Ler jornais (ou não). Do Rui Bebiano, n’ A Terceira Noite.
Homenagem. De Pedro Lains.
A crise do jornalismo, os cinco tostões de Pacheco Pereira. Do Luís M. Jorge, na Vida Breve.
O eterno homem providencial. De Rui Albuquerque, no Blasfémias.
Os nomes dos terroristas. Do Nuno Costa Santos, n’ O Marginal Ameno.
A luta de classes. De J. Rentes de Carvalho, no Tempo Contado.
A timidez e o ‘piropo’. De Rui Ângelo Araújo, n’ Os Canhões de Navarone.
Nas palavras de um mensageiro. De Luís Campos, no Dias Tecidos.
Em forma de U e até outro dia. De Paulo Prudêncio, no Correntes.

Obrigada por dois murros no estômago logo pela manhã, o sexto e o último. Quanto ao primeiro, já me tinha fascinado aquilo de que António Gedeão dizia: Vê moinhos? São moinhos. Vê gigantes? São gigantes.
Registo o seu agrado, Isabel. A ideia é precisamente esta: trazer aqui textos estimulantes que vou lendo noutros locais – concorde ou não com o ponto de vista expresso pelos autores.
Mantenho esta rubrica há sete anos, desde o início do DELITO. Mantenho-me também convicto de que devemos combater a todo o momento o solipsismo que se tornou moda actual, com todos a contemplarem o próprio umbigo, sem prestarem atenção ao que os rodeia. Ninguém me fará abandonar a antiga convicção de que nenhum homem é uma ilha.
Gostei muito de ler o texto de Rui Ângelo Araújo, obrigada ao Pedro e ao autor!
É um dos blogues que leio com regularidade, Cristina. Os parabéns são todos para o autor.