Sociedade civil subterrânea. De Daniela Silva, n’ O Insurgente.
A angústia da influência. Do João Gonçalves, no Portugal dos Pequeninos.
Generosidades. Do Filipe Tourais, n’ O País do Burro.
E depois de nós. Do Luís Novaes Tito, n’ A Barbearia do Senhor Luís.
Um PS em forma de assim. Do Paulo Gorjão, na Bloguítica.
Já se percebeu. Da Helena Matos, no Blasfémias.
O acto ilocutório rejeitativo. De Pinho Cardão, na Quarta República.
Felipe VI. Do João Pedro Pimenta, n’ A Ágora.
Elogio da impassibilidade. De Rui Ângelo Araújo, n’ Os Canhões de Navarone.
Divagações várias que passam por Ronaldo. Da Helena Ferro de Gouveia, no És a nossa Fé.
Garrafas ao mar. De J. Rentes de Carvalho, no Tempo Contado.

Certeiro, sem uma palavra a mais, o texto de João Pedro Pimenta (como outro, de há dias, de V. Pulido Valente). O simples bom senso, e algum interesse na história recente de Espanha, bastaria para o reconhecer.
Mas não integra a massa do politicamente correcto; do alegadamente moderno e progressista. Da tal “ética republicana” que se acha ungida por uma espécie de direito divino, contraditório que isso seja, a pastorear-nos. E por isso estes textos serão sempre coisa pouco mais do que clandestina.
A tal ética, paternalista, que tem sempre que abrir ou fechar um noticiário sobre a monarquia espanhola com a advertência de uma hipervalorizada contestação; ou que nas recentes cerimónias oficiais do aniversário de Isabel II, invocou depreciativamente o coche que terá custado “n” milhões, ignorando sobranceiramente o significado que o mesmo encerra. Porque para essa ética símbolos nacionais, talvez os da bola. Que, consta, até encerram os nossos sonhos.
Mas esses símbolos, azar, são de fracasso.
Costa
Desvanecido, caríssimo Pedro Correia, por esse seu acto ilocutário opinitativo sobre o meu post, que agradeço.
Muito apreciei o seu ilocutário opinativo, meu caro. Como de costume, aliás.