O espaço de Sócrates no comentarismo nacional. Do Mr. Brown, n’ Os Comediantes.
Andar de bicicleta é sem as rodinhas de aprendizagem. De Vítor Cunha, no Blasfémias.
Onde está o povo? De António Araújo, no Malomil.
Cartas para Moscovo. De Carlos M. Fernandes, n’ O Insurgente.
Metástases do pensamento imperial russo. Do José Milhazes, no Da Rússia.
O Ocidente e a Ucrânia. Do Ricardo Arroja, n’ O Insurgente.
Gdansk. De Francisco Seixas da Costa, no Duas ou Três Coisas.
Nos cem anos da Primeira Guerra Mundial. Do Rui Bebiano, n’ A Terceira Noite.

Raquel Varela: em resumo, para ela Povo é um conjunto de centenas de pseudo-intelectuais ligados ao elitismo estudantil e cultural das grandes cidades?
Tudo o resto é uma amálgama. Não o li livro, mas pelo que conheço da personagem e por esta excelente crítica percebe-se bem o valor que a vida humana tem para essa senhora. Ela e os seus estão acima de todos. É a chamada «vanguarda do povo».