A falácia do aumento da dívida pública. De Carlos Guimarães Pinto, n’ O Insurgente.
É urgente um programa cautelar para o comentário político. Do Luís Naves, no Fragmentário.
Um caminho perigoso. Do Paulo Gorjão, na Bloguítica.
Cunhal, Carrillo e a História. Do Rui Bebiano, n’ A Terceira Noite.
Vão todos ficar desempregados. De Rui Albuquerque, no Blasfémias.
Gordo e anafado. De Miguel Botelho Moniz, n’ O Insurgente.
Dux Veteranorum. De Rui Fonseca, no Aliás.
O caso Miró. Do Alexandre Borges, no 31 da Armada.
Oferta de Mirós vs. procura de Mirós. Do Luís Aguiar-Conraria, n’ A Destreza das Dúvidas.
Mirando o problema dos Miró. Do José Meireles Graça, no Gremlin Literário.
Do golf(e) ao Deco. Do Rodrigo Saraiva, no PiaR.
Nova Scotia Robots. Do Samuel Filipe, no Relatórios do Interior.
A magia do Porto. De José Rentes de Carvalho, no Tempo Contado.
Nada na mão. Da Tânia Raposo, no Not Quite Sun Not Quite the Moon.
Ler como terapia. De Maria do Rosário Pedreira, no Horas Extraordinárias.
Dez livros que me marcaram. De Rui Ângelo Araújo, n’ Os Canhões de Navarone.
O fundo do fundo do fundo. Da Ana Cristina Leonardo, na Meditação na Pastelaria.

Neste mundo socialista o que fica claro é que só se for doido um português compra arte.
Ou cria.
Eu queria. Mas não crio.
Para quê criar?
Se criasse arriscava-se a que este Regime Socialista dissesse que não era mais sua.
Quero crer que não.
Um magnífico texto de J. Rentes de Carvalho. O meu Porto merece.
Abraço.
O Porto é para mim uma fonte de inspiração permanente, Carlos. (Excepto no futebol.)
Um abraço.
Pedro, sem os parenteses, seria uma resposta ainda melhor.
Abraço.
Foi o meu sportinguismo a falar mais forte, meu caro. Um abraço.