A realidade que era impossível. Do Luís Naves, no Fragmentário.
Do que não existe mas existiu sempre. Do Filipe Nunes Vicente, no Declínio e Queda.
Da vida. Do Luís Novaes Tito, n’ A Barbearia do Sr. Luís.
A amnésia da praxe. De João Taborda da Gama, no Malomil.
Praxes positivas. Do João Ferreira Dias, n’ A Morada dos Dias.
Cinco mitos em torno das praxes. Do Rui Bebiano, n’ A Terceira Noite.
A praxe está morta. De Jorge Lopes de Carvalho, no Manual de Maus Costumes.
O medo do isolamento. De José Carlos Alexandre, n’ A Destreza das Dúvidas.
A neve, esse fenómeno. De José Mário Ferreira de Almeida, na Quarta República.
A saudade. Do Luís de Aguiar Fernandes, n’ A Mentira.
Balada da Emigração: para o meu pai. Da Helena Ferro de Gouveia, na Domadora de Camaleões.
Eu hoje acordei assim… Da Carla Hilário Quevedo, na Bomba Inteligente.
Ditadura etária. Do Pedro Rolo Duarte.
Erros de palmatória. De Maria do Rosário Pedreira, no Horas Extraordinárias.
A França num capacete. Do João Gonçalves, no Portugal dos Pequeninos.
Luís Gaspar da Silva. De Francisco Seixas da Costa, no Duas ou Três Coisas.
Teófilo Braga, outro bluff. De Bruno Oliveira Santos, na Biblioteca.
O efeito perverso no culto a Eusébio. Do João Tunes, na Água Lisa.
À “tia” Argentina Santos. De Mafalda Arnauth, n’ Onde Mora a Vida.

O post da Helena Ferro de Gouveia, alguém que eu não conheço e cujo blogue não frequento, é profundamente tocante…
Sem a menor dúvida.