Ver. Da Tânia Raposo, no Not quite sun, not quite the moon.
Momento confessional. Da Ana Cristina Leonardo, na Meditação na Pastelaria.
A reevangelização benigna de Francisco. Do Daniel Oliveira, no Arrastão.
A paciência tem limites. Do João Gonçalves, no Portugal dos Pequeninos.
Todo o poder aos burocratas. De Miguel Noronha, n’ O Insurgente.
Uma cena esquisita. Do Pedro Rolo Duarte.
Sinto-me impotente. De Porfírio Silva, na Machina Speculatrix.
Perder tempo. De Rui Ângelo Araújo, n’ Os Canhões de Navarone.
O que ando a ler. De Maria do Rosário Pedreira, no Horas Extraordinárias.
Tomás. De Bruno Oliveira Santos, na Biblioteca.
Sobre os anjos caídos. Do Luís Naves, no Fragmentário.
Info. Do Bruno Sena Martins, no Avatares de um Desejo.
Um post por dia não sabe o bem que lhe fazia 1/10. Da Rita Dantas, no Boas Intenções.

Caro senhor Pedro Correia,
Não sei como lhe enviar um texto escrito “por outros” e que penso ser útil divulgar; só que é muito longo para “comentário”. Posso, no entanto, dizer que foi publicado pela escritora Teolinda Gersão no “Facebook” e que refere uma redacção escrita para os seus netos sob o título “Declaração de Amor à Língua Portuguesa”. Se lhe aprouver, por favor não deixe de ler.
Os melhores cumprimentos.
J. da Silva Cascão
Assim farei. E muito lhe agradeço a sugestão.