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Pedro Correia,

Brevemente, num país próximo de si. Do João Caetano Dias, no Blasfémias.

Um saber de experiência feito. Do Mr. Brown, n’ Os Comediantes.

Corda e caos. Do Luís Naves, no Fragmentário.

O escudo regressa anónimo. De José Medeiros Ferreira, no Córtex Frontal.

Ontem. Do Fernando Moreira de Sá, no Aventar.

Reviver o passado em São Bento. Do José Meireles Graça, no Gremlin Literário.

Injustiça. Da Helena Matos, no Blasfémias.

Angola, negócios. Do Francisco José Viegas, n’ A Origem das Espécies.

O problema da falsificação. Do Luís M. Jorge, no Declínio e Queda.

Diogo Cão e a velocíssima boca de um rio. Do Manuel S. Fonseca, no Escrever é triste.

A expressão. De Francisco Seixas da Costa, no Duas ou Três Coisas.

Uma arte fascinante. Do Paulo Gorjão, na Bloguítica.

The new normal. Da Joana Carvalho Dias, n’ Os Tempos e as Vontades.

Contributos para nos percebermos livres. Do João Tunes, na Água Lisa.

A malignidade do banal. De José Luís de Moura Jacinto, no Malomil.

Singela proposta. De Bruno Oliveira Santos, na Biblioteca.

Os emigrantes, essa gente admirável. Da Ana Cristina Leonardo, na Meditação na Pastelaria.

Nunca, como hoje. De Luís Januário, n’ A Natureza do Mal.

 

(actualizado)

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