Assimetria. De Vital Moreira, na Causa Nossa.
Da indisponibilidade. De JMF, no French Kissin’.
Da responsabilidade. De Francisco Seixas da Costa, no Duas ou Três Coisas.
O País a duas velocidades (3). Do Luís Naves, no Forte Apache.
Não esperes nada do dia de amanhã. De Filipe Nunes Vicente, na Depressão Colectiva.
João Pinto e Castro. Do Paulo Gorjão, na Bloguítica.
O provador de venenos. De Jorge Lopes de Carvalho, no Manual de Maus Costumes.
Boss. Um ano hoje. Da Pi, no Da Vida da Pi.
Um sistema, dois destinos. Do Luciano Amaral, na Crise Crónica.
Não se fazem carrosséis ao lado de bibliotecas. Do João Pedro Pimenta, n’ A Ágora.
Ar puro (LXVI). Do Mr. Brown, n’ Os Comediantes.
Evocando H. H. De Yvette Centeno, na Literatura e Arte.
Breve introdução ao Nobelês. Do Bruno Vieira Amaral, no Circo da Lama.
(actualizado)

Fora de contexto: Sei que não havia necessidade. Mas aproveito para o felicitar pelo meritório, delicioso e esclarecedor «Vogais e consoantes politicamente incorrectas do acordo ortográfico».
Muito obrigado. E parabéns pelo seu blogue.
Obrigada pelo link, Pedro 🙂
Marta
De nada, Marta. É um gosto.
A propósito do post do French Kissin’: é uma questão que (me) coloco muitas vezes.
Também eu, Carlos. Sinto-me cada vez mais rodeado de gente (e isto inclui a blogosfera) que apenas quer ouvir o eco da própria voz. Gente com certezas a mais e dúvidas a menos, em contínua espiral de radicalização verbal. Gente indisponível para admitir sequer a presunção de validade dos argumentos dos outros. Gente simplesmente incapaz de admirar quem pensa de maneira diferente.