Mistério público. De Pinho Cardão, na Quarta República.
Fernando Pessoa clandestino. De José Barreto, no Malomil.
Carta a García. Da Isabel Lucas, no Puro Acaso.
A cultura é chata? De Maria do Rosário Pedreira, no Horas Extraordinárias.
Hopper no Thyssen. Da Rita Barata Silvério, na Rititi.
Virtudes dos pequenos intervalos. De José Ferreira Borges, na Divina Comédia.
O mundo segundo Glum. Do Luís Naves, no Forte Apache.
Os nossos ídolos (5): Ferenc Meszaros. Do Rui Rocha, no És a nossa Fé.
28 – Cemitério dos Prazeres. De Vasco Mina, no Cachimbo de Magritte.

O post de Rui Rocha sobre Meszaros é simplesmente soberbo, de tão bem escrito.
É verdade, Tiago. Por isso o seleccionei: um dos melhores textos que tenho lido na blogosfera.
Caro Pedro Correia:
Desvanecido pela menção
Meu caro, é um prazer ir lendo os seus textos. Sobre os mais diversos temas. Um abraço.
Grato pela referência.
Nada que agradecer, José. Um abraço.
Caro Pedro Correia:
Prazer é também o meu, todas as vezes que o leio.