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Pedro Correia,

Os deputados, o Parlamento, o Governo e o regime. De Fernando Martins, n’ O Cachimbo de Magritte.

O dueto do Tratado. De João Tunes, na Água Lisa. 

A coisa aproxima-se. De José Medeiros Ferreira, no Bicho Carpinteiro.

O meu nome é melhor que o teu. Do Sérgio de Almeida Correia, n ‘ O Bacteriófago.

O apagão da inteligência. Da Helena Matos, no Blasfémias. 

Cem anos e três dias. De Vítor Pimenta, na Avenida Central.

Problemas de geografia. Do Francisco José Viegas, n’ A Origem das Espécies.

Che. Na Ana de Amsterdam.

London, por Borges. De Luís Quintais, n’ Os Livros Ardem Mal.

Islão, esse sítio porreiro para as mulheres. Do Henrique Raposo, no Clube das Repúblicas Mortas.

Gran Torino. Da Joana Carvalho Dias, no Hole Horror.

Gran Torino. Do Sérgio Lavos, no Auto-Retrato.

‘Playboy’ à portuguesa. De Pedro Adão e Silva, no Léxico Familiar.

Espelhos e reflexos #16. De Fábio Santos, no Jardim de Micróbios.

Um comentário em “Ler”

  1. Pelo que para aí se viu do Playboy à tuga, a coisa começou mesmo mal (claro que não comprei nem irei comprar).

    Se a casa-mãe estiver com atenção, a coisa nem devia chegar ao número 2.

    A propósito, é possível consultar on-line e livremente os primeiros números da Playboy, em playboy.covertocover.com.

    A primeira capa tuga da revista nunca jamais terá o direito de figurar numa coisa daquelas, a não ser a título de anedota.

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