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Pedro Correia,

E agora algo de inesperado e escandaloso: não se (re)inventa um país num ano (nem em dois, três…) De Carlos do Carmo Carapinha, n’ O MacGuffin.

“Dar um ar da sua graça”? Do Gabriel Silva, no Blasfémias.

Está aí alguém? De Pedro Pestana Bastos, no Cachimbo de Magritte.

No supermercado. De Rui Ângelo Araújo, n’ Os Canhões de Navarone.

Sangue do meu sangue. De Fernando Penim Redondo, no Dote Come.

A vida dos outros. Do Francisco Mendes da Silva, no Contra Mundum.

Sick down to my heart that’s just the way it goes. Do Pedro Jordão, no The Heart is a Lonely Hunter.

The sense of an ending, Julian Barnes. Do Sérgio Lavos, no Auto-retrato.

Equívoco. Da Laura Abreu Cravo, n’ A Alma Conservadora.

Balada do Salado. De João Ferreira do Amaral, no 31 da Armada

À espera dos bárbaros. Da Ana Cristina Leonardo, na Meditação na Pastelaria.

Aos cães. Do Pedro Mexia, na Lei Seca.

 

(em actualização)

 

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