Utoya. Da Fernanda Câncio, na Jugular.
O alpercheiro e a Europa. De Suzana Toscano, na Quarta República.
Inglaterra – Um problema de políticas educativas e civilizacionais, puro e simples. Do Pudget, no Papiro Gustativo.
Foi há cinquenta anos em Berlim. Do Rui Bebiano, n’ A Terceira Noite.
Para onde fogem? Do Rui Herbon, na Jugular.
Não é pedofilia por ser negócio? De Luís Moreira, na Pegada.
Será que alguém ainda se preocupa com a verdade? Da Ana Gabriela Fernandes, no Rio Sem Regresso.
A coisa boa. Da Marta Romão, no Astro que Flameja.
A minha Assírio. Do Sérgio Lavos, no Auto-retrato.

Pedro
Só hoje vi esta referência a um post do rio… Obrigada por continuar a passar por esse lugar onde continuo a navegar…
Este post foi inspirado numa inquietação crescente com a ausência cada vez mais notória de preocupação com a verdade, seja dos que fabricam a ficção seja dos consumidores acríticos dessa ficção. Por isso estes filmes me tocaram tanto.
Aliás, este é um tema que tenho visto o Pedro referir em muitos posts aqui no Delito.
Ana
Sem dúvida, Ana. E tenciono insistir nesse tema. Vá-se mantendo atenta ao DELITO: estou a preparar uma série cinéfila para a temporada Outono/Inverno.
Pedro
Que bela perspectiva!
(O que seria de mim no Outono e sobretudo no Inverno sem o Delito?)
Ana