Com medo e sem vergonha. Do Miguel Serras Pereira, no Vias de Facto.
Manual de introdução à lista de chavões de esquerda. Do João Gomes de Almeida, no Albergue Espanhol.
Às vezes prefiro mesmo a minha cadela e que se lixe a metafísica. Da Ana Cristina Leonardo, na Meditação na Pastelaria.
Simplesmente degradante. De Suzana Toscano, na Quarta República.
Viver depressa, muito depressa. Rui Bebiano, n’ A Terceira Noite.
Et in arcadia ego. Da Leonor, no Sumo (de Lua e de) Laranja).
I don’t think so. Da Teresa, n’ A Gota de Ran Tan Plan.
Espuma dos dias que foram 36. Da Joana Carvalho Dias, n’ Os Tempos e as Vontades.

obrigada pela simpatia, pedro (gosto da palavra)
Também gosto, Ana Cristina. Infelizmente, está a ser uma palavra cada vez mais em desuso – a palavra e as atitudes correspondentes. Isso é cada vez mais transparente no nosso quotidiano, incluindo na blogosfera.