Sigh. Do Miguel Marujo, na Cibertúlia.
Gizem, Yasin. Da Fernanda Câncio, na Jugular.
Memórias de Oslo. Da Joana Lopes, no Entre as Brumas da Memória.
Otto Frank, o pai de Anne. Da Teresa, n’ A Gota de Ran Tan Plan.
O regresso da doutrina Brejnev? De Luís Menezes Leitão, no Albergue Espanhol.
EDP errou. Do João E. Severino, no Pau Para Toda a Obra.
Com apenas dois graus. Da Carla Quevedo, na Bomba Inteligente.
A lotaria. De Maria do Rosário Pedreira, no Horas Extraordinárias.
A origem do Conto do Vigário, de Fernando Pessoa. De André Benjamim, no Ainda que os Amantes se Percam…
Da importância de escolher as palavras certas. Do Pedro Rolo Duarte.
Olhando os outros. De M, em 1 Dia Atrás do Outro.
Reiventar o futuro. Do Manuel Falcão, n’ A Esquina do Rio.
Não sei por onde vou mas sei que não se deve ir por aí. Da Helena Matos, no Blasfémias.

Não tinha visto ainda que destacaste o texto da Fernanda Câncio e também o fiz, num post perto de si… sintonias delituosas.
De vez em quando há mesmo coincidências, Ana. Ao contrário do que dizia a outra.
Eheheheh… tens razão!
Obrigado pela distinção, caro Pedro. Sempre muito atento a tudo… abraço.
Abraço, João.