É o género de obra que me encanta. Produto de uma investigação apurada e consistente, mas que não despreza, na sua riqueza documental, a oportunidade estética.
Não é só um livro de autor: é uma construção atravessada de sensibilidade sobre variadíssimos actores da nossa história cívica e cultural. O que exige método, bom olho, ciência e faro de caçador.
Aqui, viajamos pela história do Supremo Tribunal de Justiça, mas é a própria gesta política de Portugal que sedimenta a obra.
– Afinal, o que é da civilização sem ícones, impressões digitais das gerações, fio e meada, legados materiais?
Nada.
E tolos são os que desvalorizam estes vestígios que nos ficam.
Ainda bem que há quem, por entre outros desafios, esteja atento.
Tamanha lavra? É do nosso João Carvalho. E não preciso de tecer loas: que cada um avalie por si.
Por isso, não percam. Foi o que eu fiz. Completamente por conta própria.
– Verdade ou não, João?


Muito bem, João!
Muito bem? Nunca assines em branco…

Por ti assino, João. Mesmo que não concorde. És o 1% das vezes em que o faço 🙂
Fico todo babado, Leonor. Obrigado.
Recebo o que dizes como um cumprimento de amizade. De resto, fico sem palavras.
Beijinhos, Laura.
Nada disso, João: gostei mesmo muito. Acabei de o ler hoje. E diria sempre o (pouco) que disse da obra e do autor em qualquer circunstância. Também não precisas de palavras: chegam-me as que, aos milhares, fazem o teu livro 😉 Beijinhos
Falo do que sei: esta obra de grande fôlego do nosso João é tudo quanto a Laura diz e com a vantagem suplementar de não ter sido escrita em acordês. Só posso recomendá-la também, claro.
Agradeço-te o cumprimento, compadre.
Por falar e Supremo Tribunal de Justiça…
Em Portugal temos dois: – O dito cujo e o Correio da Manhã.
Sentença proferida hoje:
“MATOU a tiro para não devolver 5,2 mihões”
Será que D.L. irá recorrer para o T.Constitucional?
O CM não informa!
Acho que V. se esqueceu de reproduzir tudo o que vem na primeira página do Correio da Manhã.
Não faz mal. Eu reproduzo: «Acusação brasileira: Duarte Lima matou por 5,2 milhões».
Portanto, o jornal deixa claro que está a referir-se aos termos da acusação (conforme se lê no antetítulo). E nem sequer vi a palavra ‘matou’ escrita em maiúsculas.
Eu reproduzi o titulo do CM – digital.
O “matou” em maiúsculas foi para realçar o veridito… erro meu.
Veja-se que a chamada de atenção para o jornal impresso tem o mesmo titulo…
Minhas desculpas.
Desculpado. O jornal impresso tem na primeira página o antetítulo e título que eu já disse: «Acusação brasileira: Duarte Lima matou por 5,2 milhões». Nunca devemos precipitar-nos, porque corremos o risco de não ser justos.
Meu caro João Carvalho
Quem me induziu em erro foi o CM – digital.
Se tiver dúvidas, agradeço veriifque… todo os titulos da noticia, reproduzem o que escrevi… mesmo a chamada de atenção para o CM -Impresso, o que deduzi ser o mesmo.
Cumprimentos e felicidades
É melhor ler o livro… e deixar o CM em paz.
Em todo o caso, até a primeira página do jornal impresso visto na Internet (http://www.jornaiserevistas.com/all/Co rreio-da-Manha) confirma o que eu disse.
Também tenho um exemplar desta obra especial, tanto mais especial quanto se trata de uma obra de um grande amigo de longa data, com dedicatória e tudo!…
Ainda bem que não dizes há quantos anos somos amigos, amigo!…
Este blogue é suspeitíssimo 😉 Luís, já mandei um guardanapo ao João, que tem a mania de se pôr com coisas, a fingir que não. Cá vai outro para si.
Obrigado, Laura, dá sempre jeito. Especialmente nos tempos que correm, em que diariamente ficamos de boca aberta pela surpresa das novidades, é sempre bom ter um à mão.
Um abraço.;-))