Leituras


lauraramos,

O novo livro do Filipe Nunes Vicente já está nas bancas.

Depois de tantos preliminares, confesso que estava muito curiosa com esta deriva para a novela.

Um caso muito sério, o deste resmungão talentoso.

41 comentários em “Leituras”

    1. Que charada, Rui! Lida a pérola, ainda me consigo espantar com o trambolhão ético: comentar sobre o que não se conhece, num beco de má fama cujo autor – o cobarde-mor da blogosfera – não dá a cara, mas não se exime de bisbilhotar e presumir acerca da lista de autores deste blog. Alinhar com anónimos é sempre edificante. Por mim, estou esclarecida sobre a coerência, a espinha e a consistência do comentador.

    1. Eu sou suspeita, tenho os livros anteriores e gosto sobretudo da cabeça do autor. Mas não apontes: deixa que eu passo-to. Boas práticas aplicadas à crise… 🙂

          1. Estava agora mesmo a ver os livros que vão ser publicados na rentrée (odeio esta palavra) e já a imaginar-me refastelada no sofá rodeada e alguns até me lembrar da p$%a da crise 🙁

          2. Mas com este livro já não! Definitivamente, não. Suspeito que ao segundo round ficaria feito em fanicos… Olha que flop ele me saiu, eu aqui a fazer um genuíno louvor do autor e o tipo armado em tia dondoca, a meter o nariz onde não é chamado. É a segunda declinação latina… está lá tudo: Parvus – i.

          3. Este já está eliminado mas antes já estava para mim. Deve ser intuição. Podemos começar por um escritor a sério, que dizes? Ou esperamos por um dos que vai sair ou atiramo-nos a outro. Não pode ser muito grande porque eu leio devagar, ok, egoísta, mas corria o risco de não conseguir ler ao vosso ritmo.

  1. O FNV, que foi por mim convidado para o núcleo fundador do Delito de Opinião, teve a suprema deselegância de avalizar há dias, numa caixa de comentários, uma das maiores canalhices de que este blogue já foi alvo.
    Não preciso de mais nada para ficar esclarecido quanto à estatura moral da pessoa em causa.

    1. Desconhecia. Fico realmente desiludida, porque não o achava capaz de produzir esse tipo de palha. De facto, eu devia passar mais tempo na bloga… Mas, por outro lado, ainda bem que não passo: assim não corro o risco de tomar esta coisa por uma espécie de mundo dotado de plenitude lógica. Há mesmo quem perca o pé nessa miragem e depois, é isto: grandes elevações do espírito caem de chapão em monumentais vulgaridades. Afinal, “ser da província, não ir a almoços” e aspirar por “um registo sem concessões, pequeno e escondido” é pura pose. “Nunca compreendemos a tempo”…

      1. Humm …o que para aqui vai.
        Não tenho por hábito comentar o que não leio ou o que não vejo, ao contrário do Pedro Correia, que conseguiu fazer um post inteiro sobre uma queixa que JPP nunca fez.
        Li o texto do Rui Rocha a dizer que tinha de se ir embora para para ser livre e amizade e etc. O Rui Rocha, como é dito na caixa de comentários, tem “atacado o governo”. Conclui o que tinha a concluir.
        Bem dizia um alberguista ( onde sob pseudónimo , se escrevia sobre a vida pessoal de outros bloggers sem que o Pedro Correia tenha falado em canalhices) , agora vem “gente de estatura moral superior”.
        Passem muito bem.

        1. Ao menos o meu comentário serviu para o FNV aparecer por cá. Não para anotar a gentileza do ‘post’ da Laura, mas a meter as mãos pelos pés e a deixar insinuações rasteiras, o que o define cada vez melhor. Num blogue onde foi sempre bem tratado desde o primeiro dia.
          Gostava de saber o que Freud diria disto.

          1. Pedro Correia,
            Não adianta fazer-se de desentendido, não há rasteiras nem altas: Maria João Câncio-Marques , a virtual badalhoca alberguista que meteu ao barulho a minha família, a minha história pessoal, etc. Ao pé dela, o CC é um convento.
            Também não há pés nem mãos. Quem comentou o post do Rui Rocha percebeu o mesmo que eu. Mal? É possível.

          2. Filipe NV, não vejo como não abordar o tema senão dizendo: tenho pena. O seu comentário naquele sítio mal frequentado não hesita em alinhar, de forma sentenciosa, na pronúncia que essa gentinha sem cara se atreve a fazer, sempre à cata de arruaça e sempre de olho na vida do vizinho, à bom taberneiro. Vindo dali, qualquer decreto merece cautelas, não acha? Senão, é a teoria da propagação da nojice em todo o seu esplendor.
            Entretanto, como não podia deixar de ser, mais uma vez, desconheço também as citadas avarias no Albergue Espanhol, porque percorro sempre a blogosfera em tgv. O que sei, apesar de tudo, é que o Pedro Correia não escreveu esses posts, certo?
            E não: o que ali é dito não tem qualquer fundamento, como quem segue atentamente o DO sabe muito bem. Por aqui, além de todos termos nome, a civilidade não é retórica: pratica-se todos os dias. Aliás, Filipe, devia sabê-lo por experiência própria, como bem sublinhou o Pedro, com inteiríssima razão.

          3. É espantoso, Filipe. Você que ficou tão enxofrado com um pseudónimo ocasional no Albergue vem caucionar os pseudónimos permanentes do maior antro de canalhas da blogosfera – e em particular com um texto que atira lama sobre todos os autores do Delito. Grande coerência.
            Lamento dizer-lhe, mas enganou-se redondamente no destinatário. Precisamente no dia em que você foi visado retirei o meu nome do AE, como forma de protesto. E só regressei quando o tal pseudónimo já estava morto e enterrado. Só me refiro agora a isto para que você perceba até que ponto são injustas e despropositadas as alusões que aqui deixou.
            Também não faz o menor sentido essa reiterada referência ao Rui Rocha. Mas enfim, todos temos os nossos dias maus. Este é o seu, está mais que visto.

        2. Filipe, o post do Câmara Corporativa, que só conheci agora e a que já respondi como me competia, faz uma alusão miserável e ofensiva. Lamento que tenhas dado ouvidos àquela merda sem olhar para a barra lateral, onde encontras gente como eu, que sempre preferiu perder amigos e aliados a deixar de escrever o que pensava. Evito refrescar-te a memória a este respeito.

          1. «[…] gente como eu, que sempre preferiu perder amigos e aliados a deixar de escrever o que pensava.»

            Luís, não nos conhecemos pessoalmente (apenas da blogosfera, já lá vão uns anos, e mais da sua outra casa), mas, se realmente é assim (e não tenho motivos para duvidar), deixo-lhe aqui um abraço de enormes — sublinho: enormes — consideração e respeito.

          2. Nada a que você não tenha assistido de longe, Carlos. Com quem julga que eu fazia almocinhos e jantaradas nos tempos da despenalização do aborto? Abraço.

        3. Filipe,

          Comecei a lê-lo (como à restante mas mais bissexta tripulação) no Mar Salgado por finais de 2003, princípios de 2004, algum tempo antes de criar o meu weblog. Oito de anos de leitura frequente chegam-me para secundar que sim, que não é habitual lê-lo comentar em vão. Por isso acho este este salamegate incompreensível.
          Custa-me a acreditar que acredite que tantos dos arrolados deste blogue sejam verbo de encher sabe-se lá o quê. Se de facto já leu e/ou conhece algum de nós, tem-nos em esquisita conta.
          Pode achar piegas – azar – mas eu cá vou continuar a considerá-lo.

  2. Só agora – incrível, dado o rótulo de bisbilhotice e sabujice colectiva que nos aplicou o FNV!- leio todos estes comentários. E nem sequer tinha reparado na autoria do comentário ao miserável post naquela casa de passe. É triste quando perdemos a consideração por alguém, mas estes gestos são muito elucidativos sobre o carácter das pessoas. O seu foi infeliz e escusado, como já deve ter percebido entretanto. Podia ao menos desculpar-se, não lhe ficaria mal e é sempre preferível a inventar desculpas esfarrapadas. Enfim, a prova de que nem sequer percebeu bem o que se passou por aqui é a toca reiterada de nomes: não foi o Rui, mas o Sérgio, quem saíu do Delito. Ao menos da próxima vez dê mais atenção ao que comenta.

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