O novo livro do Filipe Nunes Vicente já está nas bancas.
Depois de tantos preliminares, confesso que estava muito curiosa com esta deriva para a novela.
Um caso muito sério, o deste resmungão talentoso.
O novo livro do Filipe Nunes Vicente já está nas bancas.
Depois de tantos preliminares, confesso que estava muito curiosa com esta deriva para a novela.
Um caso muito sério, o deste resmungão talentoso.
Laura, tu que leste o livro poderás esclarecer-me se, acaso, se fala por lá da estratégia do salame? Grato.
ahahahah;)) O FNV só não mete culinária onde não pode, não sabias? É único.
Fala mais de bacalhau, Rui. A sério.
Claro: é uma das especialidades 😉
Que charada, Rui! Lida a pérola, ainda me consigo espantar com o trambolhão ético: comentar sobre o que não se conhece, num beco de má fama cujo autor – o cobarde-mor da blogosfera – não dá a cara, mas não se exime de bisbilhotar e presumir acerca da lista de autores deste blog. Alinhar com anónimos é sempre edificante. Por mim, estou esclarecida sobre a coerência, a espinha e a consistência do comentador.
Só agora percebi a pergunta, Rui. 🙁
Esperemos que ele seja melhor a perceber os indícios nos pacientes.
E é giro? 😉
Hummm… dúvida: – É quê ou é quem, Leonor? ;))
Era um trocadilho: giro e talentoso 🙂
eheh;))
E vale a pena, Laura? Lá vou eu buscar o livrinho de notas onde tenho a lista dos livros que ainda não li…
Eu sou suspeita, tenho os livros anteriores e gosto sobretudo da cabeça do autor. Mas não apontes: deixa que eu passo-to. Boas práticas aplicadas à crise… 🙂
Thanks. Ainda formamos um clube do livro!
Bookcrossing à la Delito 🙂
Isso! Até podes ser tu a organizar, que já tens experiência da coisa.
Estava agora mesmo a ver os livros que vão ser publicados na rentrée (odeio esta palavra) e já a imaginar-me refastelada no sofá rodeada e alguns até me lembrar da p$%a da crise 🙁
Mas podemos fazer um série em que damos opinião sobre um mesmo livro, como se faz no Bookcrossing. Era giro.
Isso é uma ideia bem gira, temos é de combinar um prazo para lermos todos ao mesmo tempo. Tratas disso?
Vou tentar 🙂
Tudo boas ideias! Vamos nessa. Bookcrossing à la Delito!
Vou tratar disso 🙂
Mas com este livro já não! Definitivamente, não. Suspeito que ao segundo round ficaria feito em fanicos… Olha que flop ele me saiu, eu aqui a fazer um genuíno louvor do autor e o tipo armado em tia dondoca, a meter o nariz onde não é chamado. É a segunda declinação latina… está lá tudo: Parvus – i.
Este já está eliminado mas antes já estava para mim. Deve ser intuição. Podemos começar por um escritor a sério, que dizes? Ou esperamos por um dos que vai sair ou atiramo-nos a outro. Não pode ser muito grande porque eu leio devagar, ok, egoísta, mas corria o risco de não conseguir ler ao vosso ritmo.
Hum… Tenho uma boa proposta (mas não é da rentrée). s-mil-faces-da-verdade/
As Vozes do Rio Pamano, de Jaume Cabré, um autor catalão. Tenho o livro, e um enguiço (alheio à obra) que preciso de quebrar para me atirar a ele. Pode ficar na lista.
http://bibliotecariodebabel.com/geral/a
O FNV, que foi por mim convidado para o núcleo fundador do Delito de Opinião, teve a suprema deselegância de avalizar há dias, numa caixa de comentários, uma das maiores canalhices de que este blogue já foi alvo.
Não preciso de mais nada para ficar esclarecido quanto à estatura moral da pessoa em causa.
E que sabe ele do que aqui se passa para fazer juízos de valor? Raio de gente.
Muito estranho… A tentação do ego é realmente destruidora. Deve actuar assim como uma droga euforizante, no mínimo.
Sem espinhas, Pedro. Tal como o salame.
Desconhecia. Fico realmente desiludida, porque não o achava capaz de produzir esse tipo de palha. De facto, eu devia passar mais tempo na bloga… Mas, por outro lado, ainda bem que não passo: assim não corro o risco de tomar esta coisa por uma espécie de mundo dotado de plenitude lógica. Há mesmo quem perca o pé nessa miragem e depois, é isto: grandes elevações do espírito caem de chapão em monumentais vulgaridades. Afinal, “ser da província, não ir a almoços” e aspirar por “um registo sem concessões, pequeno e escondido” é pura pose. “Nunca compreendemos a tempo”…
Humm …o que para aqui vai.
Não tenho por hábito comentar o que não leio ou o que não vejo, ao contrário do Pedro Correia, que conseguiu fazer um post inteiro sobre uma queixa que JPP nunca fez.
Li o texto do Rui Rocha a dizer que tinha de se ir embora para para ser livre e amizade e etc. O Rui Rocha, como é dito na caixa de comentários, tem “atacado o governo”. Conclui o que tinha a concluir.
Bem dizia um alberguista ( onde sob pseudónimo , se escrevia sobre a vida pessoal de outros bloggers sem que o Pedro Correia tenha falado em canalhices) , agora vem “gente de estatura moral superior”.
Passem muito bem.
Ao menos o meu comentário serviu para o FNV aparecer por cá. Não para anotar a gentileza do ‘post’ da Laura, mas a meter as mãos pelos pés e a deixar insinuações rasteiras, o que o define cada vez melhor. Num blogue onde foi sempre bem tratado desde o primeiro dia.
Gostava de saber o que Freud diria disto.
Pedro Correia,
Não adianta fazer-se de desentendido, não há rasteiras nem altas: Maria João Câncio-Marques , a virtual badalhoca alberguista que meteu ao barulho a minha família, a minha história pessoal, etc. Ao pé dela, o CC é um convento.
Também não há pés nem mãos. Quem comentou o post do Rui Rocha percebeu o mesmo que eu. Mal? É possível.
Filipe NV, não vejo como não abordar o tema senão dizendo: tenho pena. O seu comentário naquele sítio mal frequentado não hesita em alinhar, de forma sentenciosa, na pronúncia que essa gentinha sem cara se atreve a fazer, sempre à cata de arruaça e sempre de olho na vida do vizinho, à bom taberneiro. Vindo dali, qualquer decreto merece cautelas, não acha? Senão, é a teoria da propagação da nojice em todo o seu esplendor.
Entretanto, como não podia deixar de ser, mais uma vez, desconheço também as citadas avarias no Albergue Espanhol, porque percorro sempre a blogosfera em tgv. O que sei, apesar de tudo, é que o Pedro Correia não escreveu esses posts, certo?
E não: o que ali é dito não tem qualquer fundamento, como quem segue atentamente o DO sabe muito bem. Por aqui, além de todos termos nome, a civilidade não é retórica: pratica-se todos os dias. Aliás, Filipe, devia sabê-lo por experiência própria, como bem sublinhou o Pedro, com inteiríssima razão.
É espantoso, Filipe. Você que ficou tão enxofrado com um pseudónimo ocasional no Albergue vem caucionar os pseudónimos permanentes do maior antro de canalhas da blogosfera – e em particular com um texto que atira lama sobre todos os autores do Delito. Grande coerência.
Lamento dizer-lhe, mas enganou-se redondamente no destinatário. Precisamente no dia em que você foi visado retirei o meu nome do AE, como forma de protesto. E só regressei quando o tal pseudónimo já estava morto e enterrado. Só me refiro agora a isto para que você perceba até que ponto são injustas e despropositadas as alusões que aqui deixou.
Também não faz o menor sentido essa reiterada referência ao Rui Rocha. Mas enfim, todos temos os nossos dias maus. Este é o seu, está mais que visto.
Filipe, o post do Câmara Corporativa, que só conheci agora e a que já respondi como me competia, faz uma alusão miserável e ofensiva. Lamento que tenhas dado ouvidos àquela merda sem olhar para a barra lateral, onde encontras gente como eu, que sempre preferiu perder amigos e aliados a deixar de escrever o que pensava. Evito refrescar-te a memória a este respeito.
«[…] gente como eu, que sempre preferiu perder amigos e aliados a deixar de escrever o que pensava.»
Luís, não nos conhecemos pessoalmente (apenas da blogosfera, já lá vão uns anos, e mais da sua outra casa), mas, se realmente é assim (e não tenho motivos para duvidar), deixo-lhe aqui um abraço de enormes — sublinho: enormes — consideração e respeito.
Nada a que você não tenha assistido de longe, Carlos. Com quem julga que eu fazia almocinhos e jantaradas nos tempos da despenalização do aborto? Abraço.
Filipe,
Comecei a lê-lo (como à restante mas mais bissexta tripulação) no Mar Salgado por finais de 2003, princípios de 2004, algum tempo antes de criar o meu weblog. Oito de anos de leitura frequente chegam-me para secundar que sim, que não é habitual lê-lo comentar em vão. Por isso acho este este salamegate incompreensível.
Custa-me a acreditar que acredite que tantos dos arrolados deste blogue sejam verbo de encher sabe-se lá o quê. Se de facto já leu e/ou conhece algum de nós, tem-nos em esquisita conta.
Pode achar piegas – azar – mas eu cá vou continuar a considerá-lo.
Só agora – incrível, dado o rótulo de bisbilhotice e sabujice colectiva que nos aplicou o FNV!- leio todos estes comentários. E nem sequer tinha reparado na autoria do comentário ao miserável post naquela casa de passe. É triste quando perdemos a consideração por alguém, mas estes gestos são muito elucidativos sobre o carácter das pessoas. O seu foi infeliz e escusado, como já deve ter percebido entretanto. Podia ao menos desculpar-se, não lhe ficaria mal e é sempre preferível a inventar desculpas esfarrapadas. Enfim, a prova de que nem sequer percebeu bem o que se passou por aqui é a toca reiterada de nomes: não foi o Rui, mas o Sérgio, quem saíu do Delito. Ao menos da próxima vez dê mais atenção ao que comenta.
Foi um lapsus cala mi.
Pois foi, mas lapsus por lapsus, seria melhor que tivesse sido um cala ti… buccca.