Leituras


Pedro Correia,

Fitz.jpg

«Nos dois extremos da vida, o que um homem precisa é de algo que o sustente: um seio, um santuário.»

F. Scott Fitzgerald, O Último Magnata (1941), p. 19

Ed. Book Cover, 2021. Tradução de Lúcia Nogueira

6 comentários em “Leituras”

    1. Belíssimo quadro (embora nada tenha a ver com o livro). Um dos meus pintores contemporâneos favoritos.
      O livro não chegou a ser terminado: Fitzgerald estava a meio quando morreu com um enfarte fulminante, aos 44 anos. Foi editado postumamente no ano seguinte.
      Mesmo assim vale a pena lê-lo – de preferência no original. Poderia ter sido tão bom ou ainda melhor do que ‘O Grande Gatsby’.

        1. O livro lê-se muito bem. Fitzgerald estava no apogeu da maturidade artística. Reflecte a sua experiência em Hollywood, centrando-a no malogrado Irving Thalberg, menino prodígio da MGM, que chegou a ser o homem mais poderoso da indústria cinematográfica.
          Recomendo a versão original do livro pois esta tradução é péssima. Infelizmente, vão-se banalizando as más traduções em Portugal. Talvez porque os editores, em regra, paguem muito mal a quem traduz.

  1. Não li o livro, mas vi há um tempo atrás uma minissérie baseada nele, exactamente com o mesmo nome, já nem lembro em que plataforma foi. Achei bem empolgante, retratava a Hollywood dos anos 30, a sedução do cinema, das filmagens, o glamour das grandes divas, a fabulosa vida dos donos dos principais estúdios e dos grandes produtores e, sobretudo, as traições entre eles, os golpes baixos e o vale tudo, mas mesmo tudo, na mira dos melhores actores, nomeações e financiamentos para os filmes. Sedução, decadência e muito drama. Como se diz agora, e muito a propósito, “uma cena muito louca”! Mas a verdade é que a série me empolgou e fiquei com vontade de procurar o livro, o que ainda não aconteceu. Talvez agora!

Deixe um comentário

O seu endereço de email não será publicado. Campos obrigatórios marcados com *