
«Será verdade que quando crianças vivemos a vida inteira de um trago, para depois nos repetirmos estupidamente, cegamente, sem sentido algum?»
Ana María Matute, Primeira Memória (1960), p. 23
Ed. Narrativa, 2020. Tradução de Vasco Amaral

«Será verdade que quando crianças vivemos a vida inteira de um trago, para depois nos repetirmos estupidamente, cegamente, sem sentido algum?»
Ana María Matute, Primeira Memória (1960), p. 23
Ed. Narrativa, 2020. Tradução de Vasco Amaral
Depois da infância a vida foi trazendo surpresas a que tinha de responder de modo diferente do que usava em criança perante a novidade.
Repetição houve mas houve criatividade também.
no meu caso também não.. gosto tanto de brincar como quando era criança , as brincadeiras são é diferentes
.
e quando descobrimos o sentido mudamos e muito, voltamos a observar certas coisas como se as víssemos pela 1ª vez. suponho que o crescimento físico é mais rápido que o do espírito.