
«Um homem sem ideais é um ser desprezível. Mas que esses ideais não o tornem mártir, que não cometa a loucura de se sacrificar por eles...»
Augusto Abelaira, Os Desertores, p. 219
Ed. Livraria Bertrand, 1960

«Um homem sem ideais é um ser desprezível. Mas que esses ideais não o tornem mártir, que não cometa a loucura de se sacrificar por eles...»
Augusto Abelaira, Os Desertores, p. 219
Ed. Livraria Bertrand, 1960
Exceptuando Pessoa, todo o século XX português parece ter sido escrito em água*. Que se bem me lembro era o título das crónicas de Abelaira n’O Jornal.
(* Pilhado ao epitáfio de Keats, claro)
Sim, chamava-se ‘Escrever na Água’. Belo título.
Soa-me a tese de circunstância para não ser excomungado do grupinho..