«Os homens, por muito que se estimem, permanecem sempre distantes. Se alguém sofre, o sofrimento é unicamente seu, ninguém pode chamar a si uma pequena parte dele.»
Dino Buzzati, O Deserto dos Tártaros
(Cavalo de Ferro, 2ª edição, 2008)
6 comentários em “Leituras”
Um dos melhores (e mais marcantes) livros que li em toda a minha vida; e Buzzati é também um contista extraordinário. Não perder ‘sessenta contos’ (não sei se existe em português, traduzi o título directamente: trouxe o livro de Itália) e ‘A Derrocada da Baliverna’, uma colecção de contos publicada pela Cavalo de Ferro.
Obrigado pela dica, meu caro. Desconheço os contos de Buzzati. Este ano já li alguns romances inesquecíveis, de temas e autores bem diferentes. ‘O Deserto dos Tártaros’ foi um dos mais deslumbrantes. Sinto que regressarei sempre a este livro. E em cada vez que regressar sentirei algo de novo nele.
[Adenda] Tenho outro livro de contos dele, ‘Pânico no Scala’, também da Cavalo de Ferro. Sei que tencionavam publicar toda a sua obra (bom, pelo menos os títulos mais conhecidos, que a dita cuja é longa), pelo que ‘Quarenta Contos’ e ‘Sessenta Contos’ também devem estar por aí a aparecer em português. Quanto ao mais, tens toda a razão: ‘O Deserto dos Tártaros’ nunca mais nos sai da cabeça, não é livro que se nos varra da memória. Abraço.
Sem dúvida, Adolfo. Em 2010 li romances excelentes. Espero vir a falar deles aqui num texto, lá mais para o fim do ano. De autores italianos foram dois: este e ‘O Jardim dos Finzi-Contini’, de Giorgio Bassani.
Um dos melhores (e mais marcantes) livros que li em toda a minha vida; e Buzzati é também um contista extraordinário. Não perder ‘sessenta contos’ (não sei se existe em português, traduzi o título directamente: trouxe o livro de Itália) e ‘A Derrocada da Baliverna’, uma colecção de contos publicada pela Cavalo de Ferro.
Obrigado pela dica, meu caro. Desconheço os contos de Buzzati.
Este ano já li alguns romances inesquecíveis, de temas e autores bem diferentes. ‘O Deserto dos Tártaros’ foi um dos mais deslumbrantes. Sinto que regressarei sempre a este livro. E em cada vez que regressar sentirei algo de novo nele.
[Adenda] Tenho outro livro de contos dele, ‘Pânico no Scala’, também da Cavalo de Ferro. Sei que tencionavam publicar toda a sua obra (bom, pelo menos os títulos mais conhecidos, que a dita cuja é longa), pelo que ‘Quarenta Contos’ e ‘Sessenta Contos’ também devem estar por aí a aparecer em português.
Quanto ao mais, tens toda a razão: ‘O Deserto dos Tártaros’ nunca mais nos sai da cabeça, não é livro que se nos varra da memória. Abraço.
Hei-de arranjar esse livro muito em breve, Zé. Até porque gosto muito de contos. Abraço.
Um excelente livro, que li em pleno Verão com o Sol a torrar-me a pela na praia. Foi o melhor contexto climático para o ler.
Sem dúvida, Adolfo. Em 2010 li romances excelentes. Espero vir a falar deles aqui num texto, lá mais para o fim do ano. De autores italianos foram dois: este e ‘O Jardim dos Finzi-Contini’, de Giorgio Bassani.