“A alegria dos alegres é uma doença como qualquer outra, uma espécie de vício que desordena a vida e a falsifica. Gente alegre todo o dia. Gente que ama profunda e desorganizadamente a vida. Não tinha opinião sobre isso, mas reconhecia que era preciso ter algum ressentimento contra a vida, em algum lugar, em algumas horas, em certos dias. O bom humor permanente é um atrevimento de medíocres.”
Francisco José Viegas, Longe de Manaus
(Asa, 6ª edição, 2008)


os medíocres não têm atrevimentos
Que ilusão, bnn! Os medíocres são os que mais se atrevem, no pior sentido.
Sem qualquer dúvida.
Tristezas não pagam dívidas — ou o problema da nossa dívida externa estaria resolvido.
Bom livro, que li no mês passado.
‘Longe de Manaus’ é uma das melhores obras da literatura portuguesa de ficção da primeira década do novo século.
Já tentei mas não consegui. Acho esta passagem demasiado sentenciosa.
Tenta outra vez. Só tens a ganhar com isso.
Ainda não li, mas já me apetece ler.
Sugiro que leia, aposto que vai gostar.
Para mim, o melhor livro de Francisco José Viegas.
Para mim também, sem dúvida. Li há pouco, gostei muito. Completa um ciclo da diáspora na literatura portuguesa, um ciclo iniciado com ‘A Selva’. É um livro que nos fala do retorno às origens, da ressaca da grande aventura portuguesa e da nossa natureza incapaz de se conformar ao rectângulo inicial.
Caro Pedro,
Faço link.
Obrigado.
Um grande abraço.
Obrigado eu, Ana Paula.
Fiz asneira: li bem o título, mas pensei em O Mar em Casablanca, que li no mês passado. E gostei. Longe de Manaus, ainda não li.
Eu, em troca, ainda não li ‘O Mar em Casablanca’. Está para breve.