
«A vida tem pouco de único, e o amor não é uma dessas coisas únicas, antes se repete como tragédia, como farsa, como drama arrastado até ao infinito, ao impossível.»
Francisco José Viegas, Morte no Estádio, p. 31
Ed. Amigos do Livro, 1991

«A vida tem pouco de único, e o amor não é uma dessas coisas únicas, antes se repete como tragédia, como farsa, como drama arrastado até ao infinito, ao impossível.»
Francisco José Viegas, Morte no Estádio, p. 31
Ed. Amigos do Livro, 1991
Pois tem muita razão o Francisco José Viegas. Mas, em cada homem, mesmo que assumindo algumas dessas várias formas que o autor citou, consegue o amor a proeza de parecer único. E, por mais semelhante que seja e se repita, magoa ou alegra sempre em vez originária.
Hmm, só vejo chavões…
A primeira aventura de Jaime Ramos e Filipe Castanheira, com parte da ação num bar “irlandês” que realmente existe (e onde já vi o autor do livro).e em que boa parte da narrativa se fala de gastronomia.
Assim é, João Pedro.
(Fiquei com vontade de conhecer esse bar, rai’s parta o “confinamento”…)