
«Ai daquele que enjeita as palhas aonde se deitou!»
Vitorino Nemésio, Mau Tempo no Canal (1944), p. 217
Ed. Imprensa Nacional-Casa da Moeda, 1995. Colecção Obras Completas de Vitorino Nemésio, n. º VIII

«Ai daquele que enjeita as palhas aonde se deitou!»
Vitorino Nemésio, Mau Tempo no Canal (1944), p. 217
Ed. Imprensa Nacional-Casa da Moeda, 1995. Colecção Obras Completas de Vitorino Nemésio, n. º VIII
Concordo com a afirmação por ser feio defeito de carácter. O importante não é serem palhas, é serem nossas.
Concordo em absoluto.
Era um sósia perfeito do meu avô paterno.
A primeira vez que o vi na televisão nem queria acreditar que não fosse o meu avô, tal era a semelhança. A partir desse momento o célebre ” se bem me lembro…” teve em mim um significado especial.
Era um notável contador de histórias. Senti a sua perda.