Leituras


Pedro Correia,

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«O Exército de D. Pedro I era comandado quase exclusivamente por generais portugueses. A informação diz muito sobre a independência do Brasil, instaurada de forma rápida e com poucos conflitos se comparada às lutas da América espanhola. Ela evidencia ainda a posição hegemônica do Rio de Janeiro, construída ao longo dos 13 anos em que abrigou a corte joanina (1808-1821), tornando-se sede do Império Português. Nesse sentido, esse perfil era previsível. O surpreendente é constatar o predomínio de portugueses no generalato entre os anos de 1837 e 1850, após a vigorosa política liberal de desmobilização do Exército. Os nascidos em Portugal constituíam, então, quase metade do corpo de generais.»

Adriana Barreto de Souza, num ensaio intitulado “O Exército e a Negociação da Ordem Monárquica no Brasil”, incluído na obra colectiva Dois Países, um Sistema – A Monarquia Constitucional dos Braganças em Portugal e no Brasil (1822-1910), p. 237

Ed. D. Quixote, 2018

Um comentário em “Leituras”

  1. Em suma, um bando de traidores numa monarquia cobarde. Ainda hoje começam logo a linguajar à maneira dos trópicos quando vêem um brasileiro.

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