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«A suposta grande angústia do nosso século é a falta de tempo; a consciência que dela temos e não um desinteressado amor pela ciência, e certamente que não a sabedoria, é a razão por que dedicamos uma tão grande porção do nosso engenho e dos rendimentos das nossas sociedades à descoberta de maneiras mais rápidas de fazer coisas – como se o objectivo da espécie humana fosse aproximar-se não de uma perfeita humanidade mas de um perfeito relâmpago.»
John Fowles, A Amante do Tenente Francês (1969), p. 19
Ed. Presença, Lisboa, 1983. Tradução de Paula Vitória Silva. Colecção Novos Horizontes, n.º 1

E pensar que a promessa da tecnologia era pôr o tempo ao serviço do Homem.
“Money makes the world go around…” É sempre o dinheiro.
Grande livro! Grande filme!
O livro, só li uma vez.
O filme, nem sei quantas vezes terei visto ao longo dos anos, começando no cinema e acabando em DVD.
Meryl Streep e Jeremy Irons inesquecíveis. 🤗
Maria
Grande frase! Tão actual!
Bom dia. jeira.796 t/?utm_source=posts&utm_content=1543775192192
Com todo o respeito e com a máxima franqueza, direi que, não foi o livro “A Amante do Tenente Francês”, de John Fowles, que me fez ficar por aqui. Não sei se o li ou não, mas, não estou minimamente preocupado com isso. O que verdadeiramente suscitou a minha curiosidade e interesse, foi o título da rubrica: “Leituras”. É neste terreno que eu quero “cavar”. Volto mais tarde, porque agora tenho de ir ali ler mais umas folhas, dos livros que ando a ler. Leio para ter mais saúde e, não, para ser literato. Cumprts.
Francisco Laranjeira
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