![250x[1].jpg 250x[1].jpg](https://delito.brucke-multimedia.com/images/2018/21208390_IEhZl.jpeg)
«O luar torna o homem mais civilizado no homem mais primitivo.»
Frederick Forsyth, Chacal (1971), p. 265
Ed. Livros do Brasil, 1998. Tradução de Alexandre Costa. Colecção Dois Mundos, n.º 242
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«O luar torna o homem mais civilizado no homem mais primitivo.»
Frederick Forsyth, Chacal (1971), p. 265
Ed. Livros do Brasil, 1998. Tradução de Alexandre Costa. Colecção Dois Mundos, n.º 242
Sim, o regresso ao essencial conduz ao progresso pessoal. O progresso material da civilização são soporiferosque nos fazem esquecer que lugar ocupamos na grande roda da vida.
Certíssimo.
Bachelard dizia que o inconsciente ainda pega num archote quando uma pessoa em casa desce as escadas para ir à cave.
Outra forma, talvez ainda mais sugestiva, de dizer o mesmo. Acertando em cheio sobre a natureza humana.
Então se for em noite de lua cheia o caso pode ficar complicado…
Em tempos li vários livros do Frederick Forsyth em inglês (eram mais baratos e dava para treinar os diálogos).
Já não tenho o ‘The Day of the Jackal’ – também gostei muito do filme do Zinnemann (1973) com o Edward Fox – mas tenho cá em casa o ‘The Odessa File’, que também deu um bom filme com o pai da Jolie.
Maria
Chamaram-lhe depreciativamente “literatura de aeroporto”. Mas alguns dos ‘thrillers’ deste antigo jornalista que se tornou escritor resistem sem mácula ao teste da posteridade.
É, sem dúvida, o caso deste.
“Viens, primitif.”
Il est toujours ici.