
«A gente tem quinze anos sempre que nos aparece uma alegria.»
Ernesto Rodrigues, Félix Bermudes e João Bastos, O Leão da Estrela, p. 16
Ed. J. Roussado dos Santos, 1939. Colecção de Teatro Português

«A gente tem quinze anos sempre que nos aparece uma alegria.»
Ernesto Rodrigues, Félix Bermudes e João Bastos, O Leão da Estrela, p. 16
Ed. J. Roussado dos Santos, 1939. Colecção de Teatro Português
escrever verde o nome de Félix Bermudes, é uma verdadeira ofensa à memória de um dos maiores Benfiquistas !…
os outros dois senhores não faço a mínima ideia de quem tenham sido !…
Até aqui, a futebolite crónica?!…
Costa
Da net:
Ernesto Rodrigues estreou-se como escritor teatral em 1899, em “A Arte de Montes”. Escreveu diversas farsas para o teatro do Ginásio, entre as quais se destacam “O Pinto Calçudo” e “O Cão e o Gato”. Além de “Leão da Estrela”, a sua obra “João Ratão” foi transformada em filme.
Félix Bermudes, um dos fundadores do Sport Lisboa e Benfica e da Associação de Futebol de Lisboa, distinguiu-se como autor de comédias, tendo colaborado na legislação portuguesa relativa a propriedade intelectual. Representou Portugal na modalidade de tiro nos Jogos Olímpicos de Antuérpia (1920) e de Paris (1924).
João Bastos estreou-se no teatro do Ginásio em 1908 com a comédia “O Olho da Providência”. Colaborou com muitos autores, mas foi na sua célebre parceria com Ernesto Rodrigues e Félix Bermudes, entre 1912 e 1926, que mais se notabilizou, sobretudo em “O Conde Barão” e “O Poço do Bispo”. Foi autor de mais de 50 peças, entre comédias, operetas, revistas e fantasias.