![livroPqDireito[1].gif livroPqDireito[1].gif](https://delito.brucke-multimedia.com/images/2018/20913487_mzkaI.gif)
«Há uma satisfação surpreendentemente forte em saber que a nossa visão foi partilhada por outra pessoa.»
Michael Cunningham, As Horas (1998), p. 52
Ed. Público, 2002. Tradução de Fernanda Pinto Rodrigues. Colecção Mil Folhas, n.º 34
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«Há uma satisfação surpreendentemente forte em saber que a nossa visão foi partilhada por outra pessoa.»
Michael Cunningham, As Horas (1998), p. 52
Ed. Público, 2002. Tradução de Fernanda Pinto Rodrigues. Colecção Mil Folhas, n.º 34
Tenho este livro algures. Não sei porque o comprei, sei que foi muito anterior ao filme. E é verdade que gera alguma satisfação saber que alguém compartilha uma visão nossa. Ninguém gosta de ser ovni:).
É um belíssimo livro, cuja leitura não é prejudicada – antes pelo contrário – pelo facto de já termos visto antes o filme.
P. S. – Tem toda a razão: ninguém gosta de ser ovni.
Essa (in)satisfação dependerá de quem partilha connosco a “nossa ideia”?
Julgo que não. É relativamente indiferente. O que está aqui em causa, sobretudo, é a autoestima. E a capacidade de criarmos empatias, seja com quem for.