![P007874-500x500[1].jpg P007874-500x500[1].jpg](https://delito.brucke-multimedia.com/images/2018/20890160_rNIcQ.jpeg)
«Mostra-me uma emoção descontrolada e eu mostrar-te-ei uma derrota certa.»
Warren Adler, A Guerra das Rosas (1981), p. 135
Ed. Círculo de Leitores, 1991. Tradução de Maria Adelaide Namorado Freire
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«Mostra-me uma emoção descontrolada e eu mostrar-te-ei uma derrota certa.»
Warren Adler, A Guerra das Rosas (1981), p. 135
Ed. Círculo de Leitores, 1991. Tradução de Maria Adelaide Namorado Freire
Espero que esta coisa tenha várias interpretações …

Espero que não tenha que fazer como o Papa Francisco
Deixar de ler para preservar a saúde mental .
Resumindo, todas as guerras requerem sangue frio e estratégias objectivas, até a das rosas.
E consegue-se? Não!
Vi o filme mas não li o livro.
Não sabia que havia, por isso nunca procurei.
Raramente um filme consegue superar um livro, mas ou a escritora é sublime ou, por muito bom que o livro seja, o último parágrafo não conseguirá suplantar o plano final, aquele em que percebemos o que é o ódio num suave movimento de mão.
A ler. Para depois rever.
E já percebi, é o escritor, não a escritora. Pelo menos à data da publicação – de há uns tempos a esta parte tenho uma dúvida lixada sobre quem realizou o Matrix. (Falo a sério. A brincar, só se disser que é uma trilogia e há mais dois coisos).
E o tradutor bem que podia ter traduzido por “dos”, que à conta “das” entrei na sala à espera de ver os Plantagenetas a baterem com as cornetas e a música foi outra. Inesperada mas “deliriciosa”.