![Historia-de-Portugal-Livro-5-Os-Filipes[1].jpg Historia-de-Portugal-Livro-5-Os-Filipes[1].jpg](https://delito.brucke-multimedia.com/images/2017/20620067_YNVJf.jpeg)
«Filipe II herdava um território multicontinental onde o Sol, diziam, não conseguia entrar no ocaso. Quem se apagava por vezes era o Tesouro. Em 1596, ainda no tempo do seu pai, a Fazenda tinha entrado em bancarrota, precisamente no período de maior afluxo do ouro e da prata das Américas. Em Fevereiro de 1601 o vice-rei de Portugal, Cristóvão de Moura, escrevia ao monarca que só tinha dinheiro para 50 dias, que há muito se não pagavam as tenças da Casa Real, que os soldados morriam de fome e recomeçavam as desordens com os naturais e que não havia dinheiro para manter a Ribeira de Lisboa. Em 1607 o Tesouro voltaria a quebrar.»
António Borges Coelho, Os Filipes, p. 140
Ed. Caminho, Lisboa, 2015. História de Portugal, volume V

Pelo que nos conta:
Filipe II era do PS, tendo como tesoureiro régio D. Teixeira I. Daí ter ficado o vicio das bancarrotas!
Portugal no eterno retorno à bancarrota. Uma tradição que vem de longe.
Filipe II foi dos melhores reis do rectângulo
admiro o Escorial, os seus papeis e as cartas às filhas
Neste caso o historiador refere-se a Filipe II de Portugal (III de Espanha).
Mas o texto citado também contém três linhas referidas ao pai.
Certo.
Bem, afinal a Gerinconça é filipina, pelo que o ditado sobre moscas e gerigonças faz parte dum folclore centenário.
Arre, que o Filipe,para além de esbanjador era feio como a noite dos trovões… hââââ… pois.