Lápis L-Azuli


Maria Dulce Fernandes,

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Hoje lemos: Robin Cook, “Viral”.

Passagem a L-Azular: “Na desastrosa pandemia de gripe de 1918, que matou mais de cem milhões de pessoas, contavam histórias de pessoas assintomáticas que entraram no metro em Brooklyn e morreram de pneumonia viral quando chegaram a Manhattan. Se tais histórias eram apócrifas ou não, ninguém sabe ao certo, mas penso que eram verdadeiras devido à virulência daquela estirpe específica de gripe. O que se acredita agora é que eles morreram devido ao enlouquecimento do seu próprio sistema imunológico no que é chamado de Tempestade de Citocinas.”

É bom saber sobre este tipo de tempestades, que segundo os tudólogos nunca aconteceram, para quando fizer mau tempo a sério, porque vai sem dúvida voltar a acontecer ou a não-acontecer, dependendo do ponto de vista, e podermos assim estar prevenidos. Saber é poder antecipar, é poder prevenir. A sorte por cá é que o metro ou está em greve ou está parado por mau funcionamento ou está em obras.

(Imagem Google)

26 comentários em “Lápis L-Azuli”

  1. PROLOGO
    El I7 de febrero fue un día fatídico para Sam Flemming.
    Sam se consideraba una persona muy afortunada. Había trabajado
    como broker para una de las firmas mas importantes de Wall Street, y a los
    cuarenta y seis años ya era rico. Mas tarde, como el jugador que sabe
    retirarse a tiempo, Sam cogió su dinero y huyó de los desfiladeros de
    cemento de Nueva York hacia el idílico Bartlet, en el estado de Vermont. Una vez allí, se dedicó a hacer lo que mas le gustaba: pintar. »
    . Tratamiento letal. Robin Cook.

  2. como gosta de mistério mesmo que não saiba física quântica deve ler:
    ‘O Gato de Schrödinger’ « experiência mental, frequentemente descrita como um paradoxo, desenvolvida pelo físico austríaco Erwin Schrödinger, em 1935»

      1. « se não conhece o estado de um elétron, deve assumir que ele está em todos os estados possíveis ao mesmo tempo.
        «O princípio da incerteza de Heisenberg impõe uma condição à precisão simultânea nas medidas de posição e quantidade de movimento de uma partícula quântica

  3. Este Robin Cook não li.
    Li o outro o americano que gostei imenso .
    Distraiu-me e as vigarices dos laboratórios e seguros
    de saúde são impressionantes e hoje já estão longe de serem ficção.
    Li vários e vi 1ou 2 filmes, um deles com o Michael Douglas.

    1. O Americano é um título? Esse também não li. Aquele filme de que fala com o Michael Douglas é o ” Coma”. Já tem uns aninhos, mas é interessante.
      Nem me fale em seguros de saúde, kika. Não se pode ser velho…

      1. Não é um título,MDF.
        É um outro Robin Cook e este é
        americano contrariamente ao seu que
        é inglês. Incrivelmente interessante posso garantir.

        1. Eu posso estar a fazer uma grande confusão, até porque a idade não perdoa, mas o único Robin Cook inglês que me vem à memória, foi um antigo ministro dos negócios estrangeiros do partido trabalhista, que garantidamente não escreveu este livro.
          Este ” Viral” é do mesmo autor do ” Coma” e de outras dezenas de livros de crime e mistério, tendo como temática a medicina no geral, com todas as envolventes. Este autor é americano.

          1. Eu é que fiz confusão , o stress não perdoa
            O Robin Cook inglês é um outro género que afinal
            também li .
            Sim estamos de acordo, é o mesmo autor que refere e que
            gostei e li vários sempre com grande interesse.

          2. Gosto é do americano o inglês não me impressionou.
            Expressei-me mal. Literatura policial existem muito melhores .
            Não aconselho ,só se não tiver mais nenhum para ler.

  4. É para mim curioso a como uma pandemia começada no interior dos Estados Unidos ficou conhecida por gripe espanhola. E mais curioso ainda que esta última Covid-19 não tenha ficado conhecida por gripe chinesa. Aí acho que Trump tinha razão e ainda recordo os nomes que lhe chamaram quando em Fevereiro, já demasiado tarde portanto, interrompeu as ligações aéreas com a China. O que todos depois fizeram entre 15 dias e um mês depois, sem chamarem nomes a si próprios.
    Mas, já que a pandemia de 1918-1920 não ficou conhecida por gripe americana ou, melhor, gripe do Kansas, para mim satisfazia-me melhor com gripe castelhana.

    1. Para mim foi e será sempre a covid -19 chinesa.
      Quanto mais leio sobre o assunto e mais convencida fico
      que esse vírus foi manipulado por pessoas que não dominavam
      o que estavam a experimentar. A falta de rigor e higiene também
      contribuíram. Fico por aqui e não vou entrar em conspirações
      duvidosas , mas não ficaria admirada se tudo isso fosse propositado
      para enfraquecer o ocidente e nos levar ao caos.
      Agora são as pneumonias estranhas com origem no mesmo país.
      Os chineses são um perigo para a humanidade.

        1. E os laboratórios clandestinos em todos os países
          onde « assentam arraiais « ?. Ninguém sabe exactamente
          o que se trama e o que esses Mickey Mao fabricam.
          Até agora fazem o que querem e ninguém se preocupa,
          eu preocupo-me. Muito raramente é notícia.
          As malas cheias de milhões falam mais alto.

          1. Não querendo parecer teórica da conspiração, acredito que todas as superpotências procuram incansavelmente a mais sofisticada arma biológica, aquela que poderá matar selectivamente em poucos segundos. Os chineses na busca incansável deste graal maldito, habituados que estão a trabalho escravo em condições precárias, têm feito barbaridades, que acredito das quais não transpira sequer metade para ocidente. São um perigo. Muito piores do que o Querido Kim.

          2. Querida MDF , sinto-me verdadeiramente feliz de ter
            uma pessoa como a Sra. que independente das minhas lacunas
            na língua de Camões me leva a sério e não me ridiculiza.
            Um abraço.

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