Lápis L-Azuli


Maria Dulce Fernandes,

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Hoje lemos: Isaac Asimov, “Os Crimes dos Viúvos Negros”.

Passagem a L-Azular: “Os livros, senhores, contêm dentro de si a sabedoria acumulada da humanidade, o conhecimento acumulado dos pensadores do mundo, a diversão e a excitação construídas pela imaginação de pessoas brilhantes. Os livros contêm humor, beleza, inteligência, emoção, pensamento e, de facto, toda a vida. A vida sem livros é vazia.

Halsted murmurou: “Hoje em dia há filmes e TV.”

Manfred ouviu. Ele disse, com um sorriso: ‘Eu também assisto televisão. Às vezes vou ver um filme. Só porque aprecio uma refeição como a que acabamos de fazer não significa que não possa comer um cachorro-quente de vez em quando. Mas não confundo os dois. Não importa quão esplêndidos os filmes e a televisão possam parecer, eles são junk food para a mente, diversão para os analfabetos, um pouco de diversão para aqueles que estão momentaneamente com disposição para nada mais.”

Que os livros são vida, que nos permitem numa só vida viver mais de mil existências, qual delas a mais grandiosa, é a mais pura verdade. Mas que há filmes e séries de TV baseadas em grandes livros, com argumentos e performances que metem os tomos de autor a um canto sombrio da prateleira dos lidos a não reler, também é verdade.

Lembro-me de um par deles, dentre os quais o “tal” do Stephen King, “Rita Hayworth and Shawshank Redemption”, ou apenas “The Shawshank Redemption”, que é tão bem adaptado e interpretado que nos faz esquecer que já lemos aquele livro.

(Imagem Google)

18 comentários em “Lápis L-Azuli”

  1. SINOPSE
    Num estranho clube privado em Nova Iorque, os membros reúnem-se periodicamente com um objectivo claro: dentro de uma sala sem mais contacto com o exterior ouvem uma história, lêem uma notícia ou interrogam um convidado. Quer a história, a notícia ou o convidado trazem um enigma, um crime, um mistério. Ali, naquela sala, os membros do clube, sem mais dados, tentam resolver os problemas. Por vezes de forma possível, outras de modo extravagante e divertido.»
    gosto dos robots porque lembram o estilo de vida de hoje

          1. Sim sem dúvida , mas hoje a divulgação da ciência
            está a outro nível. Jules Verne é mais adequado
            para adolescentes.

          2. Os adolescentes da realidade virtual e dos universos alternativos, gostam de outras coisas. Até um telemóvel é mais fácil de conduzir do que o Nautilus, mas muito menos mágico e interessante.

          3. Queira desculpar MDF , estou a ser um pouco
            pretensiosa e não é essa a minha intenção.
            Sou só uma pessoa simples que adora ler .
            😊 💐

  2. Nem sempre é fácil fazer filmes de livros editados, não por falta de criatividade mas por falta de actores.
    Por exemplo o filme “Alibábá e os 40 ladrões ” é fácil de fazer porque o que não faltam para aí são bons artistas, mas o filme “A arte de governar” já era um problema, onde é que o realizador ia arranjar um bom artista.

  3. Também sou fã de Isaac Asimov. Já por aqui mencionei há tempos a trilogia Fundação e Império, que li na adolescência, e uma frase que nunca mais esqueci:
    A violência é o último refúgio dos incompetentes.

  4. só vi um filme tal qual o imaginei , que foi a insustentável leveza do ser. e tudo o vento levou é capaz de ser mais giro que o livro , mas no geral , prefiro os livros. e nunca li um livro depois de ver o filme.
    as vinhas da ira e a leste o paraíso também são fenomenais.
    já o ensaio sobre a cegueira , apesar de gostar muito da moore , foi uma desilusão. o homem duplicado , horrível. e os livros são muito bons.

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