Lápis L-Azuli


Maria Dulce Fernandes,

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Hoje lemos: John Green “A Culpa é das Estrelas”

 

Passagem a L-Azular: “Há infinitos números entre 0 e 1. Há 0,1 e 0,12 e 0,112 e uma coleção infinita de outros. Claro, existe um conjunto infinito maior de números entre 0 e 2, ou entre 0 e um milhão. Alguns infinitos são maiores que outros infinitos… Nem sei dizer o quanto sou grato pelo nosso pequeno infinito. Deste-me um para sempre, dentro dos dias contados, e eu sou grato por tê-lo.”

Se pensarmos que cada um de nós, criados das poeiras das estrelas e que possuimos a mesma composição do universo, poderia ser um infinito próprio, ligado a outros e outros infinitos num insondável e infindável caminho de energia e luz, que se recria e cria mundos, podemos acreditar ser infima parte da humilde poeira da criação. Cada braçada no charco primordial leva-nos mais e mais perto, ao encontro de Deus.

(Imagem Google)

8 comentários em “Lápis L-Azuli”

      1. Não percebo essa referência nem aprecio muito futebol. Estive no estádio do Belenenses a ver um concerto dos Smashing Pumpkins.

        1. Um clube tem outras modalidades que não o futebol, Bal. Isso é descriminação
          Então passo a explicar: ora, a Mystique é azul com um apontamento de vermelho, e o Belenenses é… ? Veja lá se adivinha?
          Bom fim de semana.

          1. Discriminação (ai, ai).
            Sem quem são os Azuis do Restelo, mas meter a Mystique no mesmo saco da bola não me parece bem.
            Bom fim-de-semana.

          2. Lá vem ele com a bola… olhe, eu penso que com a Mystique sempre teriam hipótese de mutar os resultados para melhor. É preciso usar a imaginação… se me dissesse que relacionava mais o meu Belém com as Tartarugas Ninja, aí sim, habilitava-se a uma valente descompostura.

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