
Hoje lemos: John Green “A Culpa é das Estrelas”
Passagem a L-Azular: “Há infinitos números entre 0 e 1. Há 0,1 e 0,12 e 0,112 e uma coleção infinita de outros. Claro, existe um conjunto infinito maior de números entre 0 e 2, ou entre 0 e um milhão. Alguns infinitos são maiores que outros infinitos… Nem sei dizer o quanto sou grato pelo nosso pequeno infinito. Deste-me um para sempre, dentro dos dias contados, e eu sou grato por tê-lo.”
Se pensarmos que cada um de nós, criados das poeiras das estrelas e que possuimos a mesma composição do universo, poderia ser um infinito próprio, ligado a outros e outros infinitos num insondável e infindável caminho de energia e luz, que se recria e cria mundos, podemos acreditar ser infima parte da humilde poeira da criação. Cada braçada no charco primordial leva-nos mais e mais perto, ao encontro de Deus.
(Imagem Google)

A Maria Dulce Fernandes anda muito mística.
Deve ser da influência de ser do Belenenses…
Não percebo essa referência nem aprecio muito futebol. Estive no estádio do Belenenses a ver um concerto dos Smashing Pumpkins.
Um clube tem outras modalidades que não o futebol, Bal. Isso é descriminação
Então passo a explicar: ora, a Mystique é azul com um apontamento de vermelho, e o Belenenses é… ? Veja lá se adivinha?
Bom fim de semana.
Discriminação (ai, ai).
Sem quem são os Azuis do Restelo, mas meter a Mystique no mesmo saco da bola não me parece bem.
Bom fim-de-semana.
Lá vem ele com a bola… olhe, eu penso que com a Mystique sempre teriam hipótese de mutar os resultados para melhor. É preciso usar a imaginação… se me dissesse que relacionava mais o meu Belém com as Tartarugas Ninja, aí sim, habilitava-se a uma valente descompostura.
O melhor mesmo é não pensar.
Quem não pensa não existe, ou será ao contrário?