
Hoje lemos: J.R.R. Tolkien, “O Hobbit”.
Passagem a L-Azular: “Não há nada como procurar, se se quiser encontrar algo. É certo que geralmente se encontra alguma coisa, se procurar bem, mas o que se encontra nem sempre é exatamente o que se procurava.” Subentende maus presságios.
Deveria ler-se: “Quando nos lançamos na procura, temos de ter a noção de que o diabo está sempre atrás da porta e que, por isso mesmo, nem todas as portas se devem abrir.”
Não sei o que será pior, se estar consciente de que uma porta fechada pode ser a nossa Caixa de Pandora ou ficar para sempre no desconhecimento do que poderia ter sido. Abrir ou não, enfrentar o que está do outro lado não é decisão fácil, mas para mim o conhecimento será sempre renovação, mesmo que venha acompanhado de arrependimento.
(Imagem Google)

El último en entregarle un regalo fue Zeus, el rey de los dioses. Zeus,
que estaba en desacuerdo con la idea de crear aquella mujer, le
entregó una caja y le dijo:
—Pandora, este es mi regalo. Cuídalo muy bien pero recuerda, no
puedes abrir esta caja por ningún motivo.
La curiosidad por abrir la caja crecía cada vez más en el corazón de
Pandora hasta que un día, abrió aquel regalo. De aquella caja salieron
todos los males que desde entonces atormentan al mundo. Ante el
rostro asustado de la muchacha, salieron la tristeza, las enfermedades,
la envidia, la avaricia
Rui Rio, em quem não votei, mostrou que a esperança fugiu assustada e não há regresso nem progresso
«Hannibal ad portas
expressão latina. Aníbal (está) às portas (de Roma) [grito dos Romanos após a batalha de Canas; pode empregar-se para indicar um perigo …
Aquele Rio sempre foi muito seco
não tem pança nem bolsos cheios.
perante isto Putin é menino de coro e os mafiosos são amadores.
É fora de série, de qualquer série, até pornochanchadas.
Se as portas tivessem alguma relação com o conhecimento, de certeza que algumas casas só tinham janelas.
Varie os menus e cuidado com as correntes de ar… a-percepcao-aldous-huxley/15310515
https://www.wook.pt/livro/as-portas-d
Não há crise, os meus antepassados viviam em cavernas, não tinham portas nem janelas mas percebiam tudo.
Já os meus antepassados, que não tinham a mania que inventaram a roda, iam devagar, começando a ver a luz ao fundo do túnel. Eram esforçados e ensinaram às gerações futuras que ninguem percebe tudo. Aliás, a maioria das pessoas não percebe é nada.