Lápis L-Azuli


Maria Dulce Fernandes,

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Hoje lemos: Margaret Atwood, ” A História de uma Serva”.

Passagem a L-Azular: “Nós éramos as pessoas que não apareciam nos jornais. Vivíamos nos espaços em branco nas margens da impressão. Isso deu-nos mais liberdade. Vivíamos nas lacunas entre as histórias.”

Tempo verbal incorrecto. Deveria ler-se: “Nós somos as pessoas que não aparecem nos jornais. Vivemos nos espaços em branco nas margens da impressão. Isso dá-nos mais liberdade. Vivemos nas lacunas entre as histórias dos outros.”

Este é um conceito de liberdade aparente. Podemos viver nos espaços em branco por dentre as histórias dos que têm palco, mas não somos livres. Quem  faz  uma pesquisa num qualquer motor de busca na Internet e passa a receber via e-mail, SMS, FB ou Instagram, etc., vinda do nada, divulgação publicitária sobre assuntos que se poderão relacionar com as pesquisas efectuadas, entenderá perfeitamente onde quero chegar. Não sou teórica da conspiração nem creio em bruxas, mas que as há…

(Imagem Google)

6 comentários em “Lápis L-Azuli”

  1. Um livro extraordinário e escrito com muita precaução.
    Gostei igualmente do Último Homem ( entre outros).
    O Nobel de Literatura está a tardar para esta genial escritora.

  2. Dormíamos en lo que, en otros tiempos, había sido el gimnasio. El suelo, de madera barnizada, tenía pintadas líneas y círculos correspondientes a diferentes deportes. Los aros de baloncesto todavía existían, pero las
    redes habían desaparecido. La sala estaba rodeada por una galería destinada al público; y tuve la impresión de que podía percibir, como en un vago espejismo, el olor acre del sudor mezclado con ese toque dulce de la goma de mascar y del perfume de las chicas que se encontraban entre el público, vestidas con faldas de fieltro – así las había visto yo en las fotos —, más tarde con minifaldas, luego con pantalones, finalmente con un solo pendiente y peinadas con crestas de rayas verdes. Aquí se habían celebrado bailes; persistía la música, un palimpsesto de sonidos que nadie escuchaba, un estilo tras otro, un fondo de batería, un gemido melancólico, guirnaldas de flores hechas con papel de seda, demonios de cartón, una bola giratoria de espejos que salpicaba a los bailarines con copos de luz.
    El cuento de la criada

    En esta extraordinaria secuela de El cuento de la criada, la aclamada autora Margaret Atwood responde a las preguntas que han dejado expectantes a los lectores durante décadas.
    Los testamentos

    leio NOVUM ORGANUM
    Les principales causes qui s’opposent & admission de la vérité dans l’esprit, sont les diverses sources d’erreurs, nommeées idoles par Bacon. Il en distingue quatre espéces: les idoles de la iribu, ou erreurs communes tous les hommes et qui viennent de certains défauts naturels &
    l’esprit humain; les idoles de la caverne, erreurs particuJiéres & chaque intelligence,
    o dia é curto. as noites são longas. as férias servem para ler mais

    1. Muito bem escrito, sempre. Já a série, prendeu todos na primeira e segunda temporadas, mas depois o entusiasmo foi esmorecendo. Não entendi porquê, talvez a história fosse mal adaptada, deixasse de ser interessante e começasse a ser maçuda?

  3. Eu faço bastantes pesquisas em motores de busca na internet, mas não recebo absolutamente nada via Facebook, Instagram, ou SMS.

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