
Hoje lemos: Victor Hugo, ” O Homem que Ri”
Passagem a L-Azular: “Por que existem os malfeitores? Pergunta pungente, que o sonhador sempre se faz e a que o pensador jamais responde. Por isso, os olhos tristes dos filósofos estão sempre pousados sobre essa montanha de trevas que é o destino, e de seu cume o colossal espectro do mal deixa cair sobre a terra punhados de serpentes.” Infere desilusão, conformismo, talvez?
Deveria ler-se: “Se aceitas que o destino é imutável, nunca conseguirás ultrapassar a malevolência instituída e atingir os teus objectivos de vida. Pode acontecer nunca conseguires alcançá-los, mas não poderás dizer que nunca tentaste.”
Antigamente dizia-se que quem porfia, mata caça. Este provérbio, que estará seguramente na lista negra das correcções instituídas, continua a ser muito acertado. É um excelente mantra para a posteridade. Nada consegue superar a obsessiva passividade de uma personalidade formada osmoticamente.
(Imagens Google)

De l’Angleterre tout est grand, même ce qui n’est pas bon, même l’oligarchie. Le patriciat anglais, c’est le patriciat, dans le sens absolu du
mot. Pas de féodalité plus illustre, plus terrible et plus vivace. Disons-le, cette féodalité a été utile à ses heures. C’est en Angleterre que ce phénomène, la Seigneurie, veut être étudié, de même que c’est en France qu’il faut étudier ce phénomène, la Royauté.
Le vrai titre de ce livre serait l’Aristocratie
Hauteville House, avril 1869.
quem se ri de nós diariamente possui o cargo de pm
Rien d’autre à dire / Nihil amplius dicere ( sem valores aqui, nega-se o mundo em nome de outros – NULIDADE) ou recordação de Nietzsche
Quem se ri de nós não é um benfeitor público, isso é certo. Só não acredita que se banha no mar de contradições e falsidades e absorve pela pele a toda a sujidade que não consegue ver.