Lapidar


Pedro Correia,

Vamos ter um decréscimo muito inferior à média europeia. Isso deve-se às políticas que seguimos."

José Sócrates, hoje, aos jornalistas

22 comentários em “Lapidar”

    1. Quem tiver a maçada de compilar

      – tudo quanto Sócrates já prometeu que fazia sem fazer
      – tudo quanto já disse e desdisse
      – tudo quanto considerava péssimo no passado (com outros a governar) e considera óptimo no presente (com ele ao leme do barco)

      vai certamente parir um grosso calhamaço.

      Queres tratar tu disso, Ana? Ou trato eu?

      1. Essa passo, Pedro, desculpa-me. A política não é o meu forte, e cada vez tenho menos paciência para esta feira de aldrabões em que se transformou o meu país.

      2. A ideia é excelente e com resultados assegurados. Interessante seria englobar no ‘estudo’, governo e oposições. Talvez chegue à conclusão a que Ana Vidal chegou… e poupa trabalho para quando este governo for substituído.

        1. Tenho pena de dizê-lo, Paulo Quintela, mas salvo raras e honrosas excepções não vejo grande seriedade nos políticos portugueses, sobretudo quando estão no poder. Todos eles, de todos os partidos.

  1. Ainda está para nascer
    muita gente respeitosa,
    que fará ruborescer
    esta gentalha espantosa.

    A fertilidade vocabular
    destes tristes lamentos,
    é, sem dúvida, exemplar
    sem falsos refinamentos.

  2. Boa Noite, Pedro!

    Apetecia-me comentar essa frase, mas ela é de tal forma lúcida e clara que tudo o que eu dissesse/escrevesse, retirar-lhe-ia a força que ela tem!…

    Abraço.

    1. Sócrates não precisa de perguntar ao espelho. Bastou-lhe perguntar ao povo português no dia 27 de Setembro. E continua: a última sondgem Marktest dá 42% ao PS e 25% ao PSD.

  3. É-vos assim tão difícil reconhecer os méritos que o homem tem? Olhem que tem muitos! O prometer e não fazer; o dizer e desdizer; etc., faz parte da política e da gestão. Os seus congéneres dos países europeus não fazem isso constantemente? Não o fizeram sempre? Se algum de vós fosse para lá, julgam que o não teriam que fazer?

  4. O que eu mais admiro é o tom assertivo em que ele vai falando sempre, de recuo em recuo. Começou em Fevereiro de 2005 a prometer um crescimento económico anual de 3%. Sempre em tom muito assertivo.

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