Jus ao nome


Ana Vidal,

 

SIC Notícias, há pouco. Em causa, a nova lei de financiamento dos partidos.

 

António José Seguro defende uma tese que tem a força da razão. Inatacável. Por isso esteve sereno e até ligeiramente irónico. Enfim… seguro.

 

Paulo Rangel defende uma tese indefensável, cheia de buracos e intenções pouco claras. Por isso esteve nervoso, inquieto e titubeante. Enfim… rangeu.

 

Mário Crespo, esse, nem precisou de se encrespar. Tudo está bem quando acaba bem.

 

6 comentários em “Jus ao nome”

  1. Mário Crespo deve ter ficado frustrado, à sua esquerda, o menino prodigio do seu partido, do outro, um Socialista não alinhado, por isso não estavam reunidas as condições para mais um ataque cerrado ao Governo.
    Abraço

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