Ontem, Telejornal da RTP, 20h42, peça sobre os novos deputados na Assembleia da República pós eleições de 4 de Outubro. José Rodrigues dos Santos, que terá mérito em muitos dos trabalhos feitos ao longos dos anos, diz algo absolutamente impensável, ofensivo, deontologicamente questionável, sem qualquer hesitação: “o deputado Alexandre Quintanilha foi eleito ou eleita…” vou repetir, para quem possa estar distraído: ELEITA!
Se Portugal fosse um país com coluna vertebral, se estivéssemos porventura nos EUA, havia um pedido de desculpa formal e este senhor seria despedido. Por favor, partilhem, vejam, comentem como entenderem. É preciso entender que há uma dimensão de serviço público, há jornalismo e depois há preconceitos, falso humor que nunca foi jornalismo (pese o facto de estar na moda ter humoristas a fazer de jornalistas dentro e fora do país). Não sou amiga de Alexandre Quintanilha, sou amiga do marido, Richard Zimler, porém tenho uma enorme admiração pelo percurso deste homem que tanto tem ensinado a muitas gerações. Podia ser outra pessoa qualquer? Podia. José Rodrigues dos Santos não tem este direito, nem como jornalista, nem como cidadão com visibilidade pública. Lamento, ganhei um inimigo? Não lamento nada, o senhor que vá para casa escrever romances que muitas pessoas comprarão e serão felizes assim. Aí pode tecer as suas considerações à vontade. Já se sabe que a escrita permite tudo, ou quase tudo. O jornalismo não.
José Rodrigues dos Santos!!!!
Patrícia Reis,

Parvoíça com muita facilidade.
É como aquele piscar de olho canalha.
Um malcriadão.
Apoiado.
O novo parlamento terá muitas caras novas e foi eleito ou eleita (a cara nova) se lessem mais romances e vissem menos casas dos segredos talvez o vosso português fosse melhor…
Tem toda a razão, Pedro.
Além de que a primeira cara a aparecer na reportagem (que ele já devia estar a ver no seu visor) foi a de uma senhora.
Eu até nem aprecio o estilo deste apresentador, e irrita-me a despropositada “intimidade” do piscar do olho, mas, neste caso, parece-me que se está à procura de um caso que não existe.
Curioso, outro Costa a comentar por aqui.
Costa (o habitual)
Não entendo qual seja a curiosidade e sou demasiado velho para pensar em crismar-me. Ignorava que existia por aqui um Costa “o habitual”, e não pretendo usurpar a identidade de quem quer que seja. Tentarei não me esquecer; mas vou avisando que também não sou ex-edil de Lisboa… Saudações aos meus homónimos e a todos os outros. A Costa
Não faço juízo de valores… só pergunto:
… ” Não sou amigo do AQ, sou amiga do marido”…
Não dá confusão?
Tenho para mim que, num casamento entre dois homens, só na intimidade do lar, um deles se deve assumir ou comportar como marido/esposa…
Ao dizer-se publicamente “marido”… está a assumir que o outro é a esposa … daí poder dizer-se “ela”… se se disser ele … ela poderá sentir-se ofendida.
Desculpe mas não sei escrever melhor… é o que penso sobre o assunto.
Caro Anónimo, do meu grupo de amigos, dos os que casaram, sendo gays assumidos, dizem “marido” quando são dois homens; dizem “mulher” quando são duas mulheres. É a minha experiência, e o texto reflecte isso. Para todos os efeitos, torna-se uma questão mínima perante o sucedido na RTP. Digo eu.
“Caro Anónimo, do meu grupo de amigos”. Acho a piada do José Rodrigues dos Santos de muito mau gosto mas pode acontecer que no grupo de amigos dele se utilize esse vocabulário. Em matéria de gramática a situação é confusa. Isto é, é muito confusa.
lamento a gralha, mas é apenas isso, uma gralha: portanto, no meu grupo de amigos…
Suponho que percebeu que a minha questão não está na gralha (que nem vejo).
Cara Paricia Reis
Obrigado pelo esclarecimento.
Concordo consigo quanto ao teor do seu post. O JRS tem muito a mania de que é engraçadinho. Deve ser sancionado Mas, como de costume… duvido!
Não gosto do anonimato. Por descuido não me identifiquei: – amendes
Ó Anónimo, é o que pensa parvamente sobre o assunto. A identidade da pessoa tem prioridade perante os conceitos do Anónimo e as suas noções de semântica. É um homem, é um marido, um esposo se assim o desejar. Se o Anónimo tiver um filho que se case com um homem, o seu filho é a esposa do seu genro? Por favor. Mais do que o pensamento ou a escrita, podia esmerar a empatia.
Para responder sucintamente a sua questão, não tente replicar a heteronormatividade num casamento não heterossexual, são dois maridos e não há trocadilhos ai possíveis, só no mau gosto brejeiro e ignorante… e saciando a sua curiosidade na intimidade pode haver algo chamado versatilidade de papéis sexuais ou a anulação total do coito… sabe é que o sexo e género não são condicionados por um mero acto mecânico.
Ó Patrícia?
Deixe-se de merdas…
A gaysada põe-se a jeito e depois querem o quê?
por favor….
Paulo, lamento, continuarei com as minhas “merdas”, decerto que continuará com as suas
Não partilho das suas opiniões nem gosto do seu vocabulário. Mas quanto a “A gaysada põe-se a jeito” faço a seguinte observação. Nunca percebi por que é que nas manifestações pelo direitos dos homossexuais eles se vestem de palhaços e fazem palhaçadas nas ruas em vez de se manifestarem como qualquer minoria que se sente desrespeitada. De facto por vezes parece que se põem a jeito para com os idiotas (e são milhões) que não percebem o que é a homossexualidade.
O “sr” nem merecia mas vou dar-me ao trabalho de explicar a “palhaçada” sabe que quem reivindicou direitos as minorias foram transsexuais de cor e drag queens, que o que acontece numa marcha do orgulho não é somente o respeito a causa homossexual, é toda a reivindicação de visibilidade pelo respeito humano, seja ele entre raças, orientação sexual ou de género, o que o incomoda tanto no fundo é que é uma representação do poder feminino muitas vezes numa sociedade machista, demonstra a parte feminina que é menosprezada nos homens e a masculina nas mulheres e a andrógenia e fenómenos queer, quando aparecem despidos é para mostrar a beleza do corpo humano além de todas as convenções sociais que fizemos sobre ele.
que grandes amizades que tens….é cá um orgulho ser assim!
Não sei quem o senhor é, se até é um senhor, pode ser uma senhora e ser Maria João, mas dito isto, não vejo razão para deselegâncias e por estarmos numa rede social não esquecemos a educação, pois não? Portanto, o tratamento na segunda pessoa do singular é, no mínimo, surpreendente. Quanto ao resto, é livre de pensar como quiser.
Quer a Patrícia dizer que estamos perante um par de maridos e um par de mulheres. Tá bem, compreendo. Então não há casamento, pois o casamento é formado por um casal.
Existe sim um par de homens e um par de mulheres que possuem uma relação homossexual.
Deixemo-nos de conversas de maridos e mulheres então. Não corrompamos o significado dos termos.
Digam companheiro e companheira. Essa do marido e da mulher não tem senso algum.
Concatena, Patricia, Concatena!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!
O J. R. dos Santos devia ter mais cuidado. Entre nós, quando se fala de sexo ou se mostra o corpo (Joana Amaral Dias) ferem-se sempre muitas susceptibilidades. Eu só falo desses assuntos quando estou entre pessoas que conheço bem. Doutro modo há sempre um que se ofenda.
“A gaysada põe-se a jeito”? mas que termos são estes? este tipo de baboseiras não são aceitaveis e não deveriam ser aceites neste blog! nem tipos como este. Num país democrático com o quadro legislativo que Portugal tem, este tipo deve apanhar um processo em cima. Não se podem permitir estas baboseiras. Por causa do elevado nível intelectual de muitos portugueses é que as coisas estão como estão. Felizmente estes personagens anacónicos e cobardes acabarão por desaparecer com a evolução da espécia, graças a deus.
Discordo de perseguições com base na opinião que se tem ou no vocabulário que se usa.
MEUS CAROS SENHORES E SENHORAS:
Cada um mete o quiser onde quiser, desde que seja em si, claro… nada me move contra os gays, lésbicas, trans… etc… eu tenho o vicio desviante de cuspir no chão e não estou a pensar em reivindicar um «cuspinol» em cada esquina, só porque sou diferente… POR AMOR DE DEUS PÁ…..
Ser gay é um desvio (para não chamar doença), é uma mania, é uma moda quiçá, contra a qual ninguém pode atentar, já que não afeta a vida do próximo… Mas não aceito que queiram adotar, casar, engravidar…. Um casamento (segundo o dicionário) é uma união entre macho e fêmea… dois machos não se casam… estão juntos, brincam, fantasiam (acho eu… credo)…
SÓ NOUTRA VIDA PODEREI PERCEBER TAL ABERRAÇÃO… NESTA JAMAIS…
Agora chamar «eleita» ao dr Quintanilha? Isso É um crime hediondo, pá, comparado com violar crianças, chacinar animais, incendiar serras inteiras e ser-se corrupto até às orelhas…
Como diz Marinho Pinto… haja vergonha e famílias normais!!!
Enjoa-me o pseudo esquerdismo!
É só uma graçola sobre homossexuais. Imaginem quando for sobre as burcas das Sírias.
Não me pareceu que fosse uma piada. Pareceu-me um engano – ou do texto escrito, ou do próprio. A verdade é que ele não diz “o Alexandre foi eleito ou eleita”, portanto não se pode concluir que estaria a referir-se directamente ao deputado. JRS introduz a peça como “O deputado mais velho foi eleito ou eleita pelo PS” – sendo que ainda não esclareceu quem é esse deputado – ou deputada – mais velho – ou mais velha. Lembra-me o jogo do Quem É Quem, em que todas as perguntas antes de “É mulher?” têm de ser feitas com recurso a ambos os sexos. Sinceramente Patricia e V., percebo que ele [AQ] fique incomodado, mas acho que não tendo sido intencional é uma tempestade num copo de água… Aliás eu achei que o escândalo era por cause de um@ deputad@ transsexual – donde se perceberia a confusão de JRS -, mas sendo óbvio assim…
Muito bem visto. Se calhar nem foi gaffe. Há gente que ferve em pouca água. Há que ter cuidado com os que têm a mania do politicamente correcto: estão sempre a ver asneiras e má intenção escondidas e torna~se difícil falar com eles porque se dizemos que um preto é preto, aqui del rei que és racista, etc, e tal.
Nem é preciso dizer que um preto é preto, basta dizer que é escurinho para começar a algazarra.
Verdade, mas aqui nem é uma questão de preciosimos – Dizer-se “O Alexandre foi eleita” é uma frase gramaticalmente incorrecta. E potencialmente ofensiva (apesar de pessoalmente ficar ofendida por algum homem ficar ofendido só porque chamado de mulher, mas adiante).
Aqui é particularmente ofensiva se se achasse, como a Patricia, que o “eleita” era uma opção apenas devido à orientação sexual de AQ.
JRS já veio a público explicar o engano e disse ” Não sabia que AQ era homosexual, nem me interessa”. Parece-me certo, não era sobre esse facto a peça. Enfim – dramas do 1º mundo, enquanto não havia televisão e orgulho homosexual estas gaffes davam para umas argalhadas no grupo de amigos, tão-só.
“apesar de pessoalmente ficar ofendida por algum homem ficar ofendido só porque chamado de mulher, mas adiante)” Concordo consigo. Eu sou homem e não percebo por que é que deveria ficar ofendido se se referissem a mim no feminino. Quando muito diria que era um erro gramatical (comum em estrangeiros sobre tudo os de línguas em que não há géneros). Se eu fosse homossexual assumido (como o é Alexandre Quintanilha) não sei por que é que me deveria sentir ofendido se se referissem a isso.
O pessoal do politicamente correcto é muito difícil de entender.
A RTP e Rodrigues dos Santos já deram uma explicação – e que me parece razoável
http://observador.pt/2015/10/08/rodrigue s-dos-santos-refere-se-a-deputado-do-ps-c omo-tendo-sido-eleito-ou-eleita/
Credível e aceitável.
A malta das causas é que me parece tender para ferver em pouca água e sem conceder o direito ao contraditório. Isto sim, parece-me preocupante pelas injustiças que potencialmente causa.
A vítima aparentemente não aceitou o pedido de desculpas da RTP. É pena, habilita-se a que se considere que esse ato o caracteriza.
Ele não recebeu nenhum pedido de desculpas, a rtp mentiu descaradamente aos portugueses no seu esclarecimento.. O prof. Quintanilha está para receber ainda um pedido oficial de desculpas, visto nada lhe ter sido enviado nessa sentido, a ideia do encontro com o director de informação da rtp foi uma fabricação da mesma, o evento não ocorreu até ao momento.
A exma sra dona patrícia, além de estúpida, quer demonstrá-lo em público.
Envergonha este blog
Como todo o respeito: que completo disparate que vai para aí. O apresentador estava a falar das várias “caras novas” que foram “eleitos” ou “eleitas” e não do Prof. Quintanilha, que nem sequer nomeou. Aliás, a primeira pessoa a aparecer na peça foi mesmo uma mulher, pelo que foi “eleita” e não foi “eleito”. Se alguma coisa nessa reportagem mostrou preconceito foi não dizer que o Prof. Quintanilha é casado com o escritor Richard Zimmler, coisa de inegável relevância noticiosa (um deputado ou deputada ser casado com outra figura pública). Mas, provavelmente, o jornalista teve medo de desencadear uma reacção disparatada com a sua – um triste sinal dos tempos (mais triste mesmo, só os comentários que antecedem, que aceitam a sua premissa para darem largas ao tipo de alarvidade que imputa ao apresentador).
Estamos a falar de um suposto escritor, que fez uma pausa pontual entre as duas frases, separando claramente os seu conteúdo, desculpe não é a primeira vez que o mencionado fez uma paspalhice destas… Nos últimos 3 anos aliás é raro não aparecer uma gaffe mais ou menos ofensiva.
Não acompanho a carreira do apresentador com a mesma atenção que a PR. Não acho piada às suas piscadelas de olho, mas achei piada às perguntas por ele feitas ao anterior Primeiro-Ministro. Acho também piada à PR, na mesma frase, qualificá-lo de “suposto escritor” e usar essa qualidade, que impugna, para dar um especial significado às suas pausas. Concluindo: eu teria vergonha de ter colocado entre aspas uma frase que nunca foi proferida pela pessoa a quem a imputo. Eu teria vergonha de ter imputado um conduta abjecta a alguém baseado num “feeling” (ou no mero facto de não “ir com a cara dele”). Eu teria vergonha de ter exposto este excelente espaço de opinião ao ridículo e, sobretudo, ao vómito dos comentários que antecedem. Mas ter vergonha está fora de moda.
A lingua portuguesa é muito pobre.
Na língua de Camões só há masculino e feminino.
No inglês e alemão tem o neutro.
Temos que criar mais algum estrangeirismo.
Mas que a Europa tem que ser povoada por alguem, sem dúvida, assim não dá.
Aquelas novas estrelas que a TV criou no Bloco Cartarina&Mortágua já garantiram que agora a adopção vai sair.
Deselegante e de muito baixo nível.
“o deputado Alexandre Quintanilha foi eleito ou eleita…”
Lamento mas não é isso que ele diz…
Ele diz ” ..muitas caras novas. O deputado mais velho tem 70 anos (com ênfase) e foi eleito, ou eleita, pelo PS”
Tanto a RTP como o próprio jornalista já se justificaram e assumiram o erro. Assusto arrumado, isto já é procura por mediatismo
Além disso ele ainda nem é deputado. Se fica tão ofendido com tão pouco foi para o ramo errado. Quando estiver no governo vão chamar coisas bem piores.
Por uma coisa destas !? Que exagero.
Logo como é obvio são as normais tácticas de Esquerda de criar um “acontecimento” por questões políticas. O mais provável é que querem correr com o JRdS.
Afinal ele desagradou muito na Grécia não foi?
Não faz parte do clube, não tem imunidade.
Mas o secretário da CGTP já pode dizer escurinho. Como tem imunidade não tem posts histéricos com muitos pontos de !!!!. A chatice gay na festa do Avante também foi varrida para debaixo da mesa…fosse no comício do PSD e outro galo cantaria…
Podemos não gostar do estilo do JRS, mas confundir um lapso – aliás, já justificado – com um erro passível de despedimento, parece-me muito exagerado. Se todos fossem despedidos por erros deste calibre, poucos estariam empregados. Há, de certo, questões muito mais pertinentes que esta. Não me parece sequer que a homofobia possa ser tema a partir desta situação. Estou certo que a maioria dos homossexuais interpretou esta situação como ela realmente é – um erro, um engano, um lapso sem intenção de ofender.
Estes homosessuais são muito sensiveis.
Coitadinhos.
Tem razão.
Podemos fazer piadas sobre marrecos, fanhosos, belfos, monglóides, padres, espanhóis, alentejanos, elefantes, formigas, órgãos sexuais de diferentes dimensões, freiras, ingleses, belgas, brasileiros, anões, bêbados, anões bêbados, animais domésticos e animais de estimação, políticos, gambuzinos, mas… sobre gays e muçulmanos !!! Nem pensar!! isso é de mau gosto e é abusivo!!
Uma dica: Deixem os muçulmanos sozinhos no estatuto de não anedotáveis… o humor faz parte do mundo ocidental. Não reajam como os meus pais reagiam nos anos 70 sobre as anedotas sobre padres… vá lá!!
Não acho nada bem bater no JRS, não acho bem bater em ninguém, muito menos em colegas de profissão com provas dadas, como é o caso. A maioria das pessoas que comentou este post – alguém até sugere que eu possa sair do Delito de Opinião, por favor, estão à vontade – não me conhece e, portanto, pode tirar as ilações que entender, mas dito isto, escrevi o que me ofende como telespectadora e como jornalista com carteira profissional desde 1988. Não tenho nada contra o JRS, não o ofendi como tantos outros aqui nas redes sociais. O JRS, como alguns sabem, faz isto há muitos anos e com mérito em situações complexas cujo grau de dificuldade poucos podem imaginar ou experimentar. Se fosse um lapso, não teria acontecido o que aconteceu. Tem muitos anos de experiência para dar a volta, até à vontade para pedir desculpa. Sabe o conteúdo da peça, sabe os oráculos. É conhecido por ser um jornalista tão sólido, do ponto de vista televisivo, que muda alinhamentos enquanto se transmite uma peça. As pessoas que trabalham com ele há anos, técnicos, jornalistas, camaramen, produtores, todos o sabem. Ele sabe o que faz. Não, não sabe bem bater no JRS. Não sabe bem ter um telejornal visto por mais de um milhão de pessoas com este tipo de acontecimentos. E, já agora, para responder a quem acha que esta coisa “gay” é sacro santa, lamento, mas é uma forma muito pequenina de se colocar a questão. Se a indignação fosse minha, estava tudo bem, era apenas eu que sofria de sensibilidade aguda. Não é o caso. Desejo-vos uma boa semana.
Com tantos problemas sérios para discutir, não há nada mais importante que esta ridicularia? Qualquer dia estamos a discutir os direitos dos pinguins gays…
O seu texto é heterofóbico.