30 comentários em “Jorge Coelho”

  1. Peço desculpa mas acabei por encalhar em António Costa.
    Não deixa de ser curioso, falar-se tanto na saída de homens de mão que arrebanhou.
    E não se vê praticamente ninguém a defender que ele deveria ser o primeiro a abandonar.
    Porque foi este pato bravo que arquitetou e construir um edifício à margem de normativo respeitável, sem fundações estáveis, sem exposição á luz do dia e sem licença de condomínio carimbada antes da ocupação selvagem.
    Tal era a gana que em toda a artimanha nem sequer olhou ao sempre avisado coeficiente de cagaço.

  2. Nestes tempos em que o verbo “assumir” e a sua conjugação reflexa são sinónimo de integridade ( pessoal, moral, política, sexual…), recuamos 16 anos no tempo e vemos que em 2001 a ética não era o valor tão menosprezado que é hoje.
    Concordo consigo Pedro. Assumir responsabilidades não é para todos ( neste particular responsabilidade política ), e a respeitabilidade um tanto ou quanto anémica até então, saiu reforçada e é um exemplo.

  3. O homem da Mota-Engil, que enquanto Ministro das Obras Públicas adjudicou a essa empresa a construção de duas Auto-Estradas, e a prorrogação da concessão, ao mesmo grupo, do Terminal dos Contentores de Alcântara (Liscont) investigada pelo DIAP e criticada pelo Tribunal de Contas.

    Cada vez percebo menos deste encómios.

    Quem eu admiro é um grupo de cidadãos que durante a noite, na minha rua, distribuem refeições quentes pelos sem abrigo

      1. Quando olho e ouço Jorge Coelho vejo apenas um Jorge Coelho. Verei dois, acredito, se tiver emborcado para lá da medida certa. Mas nunca tal me aconteceu, essa, de ver a dobrar.

          1. Nem pense. Agora só bebo 150 ml da boa vinhaça. Andava gordo que nem um chibo.

          2. Pedro, embora Vlad, sou do povo e antes aguardente, a gin…e o que é isso de balde de gin? Alguma mariquice! !!??…quanto a modas a minha é querer, um obrigar-me, a ficar fora de moda….olho o vizinho e vejo-o ir por ali. Então vou pelo outro lado. Vão pela esquerda? Escolho a direita….sempre achei que a verdade, o acertado, se acha onde está menos gente. Onde menos gente quer estar. E assim os peúgos (menos na moda que as peúgas e menos ainda que as meias) que calço são orgulhosamente brancos…

          3. Ah, muito bem. Desconhecia isso.
            Deve ter sido nesse preciso instante que ele decidiu trocar o nome próprio, José Maria dos Reis Pereira, por Régio, pseudónimo literário.

          4. https://www.youtube.com/watch?v=3BK802pQbkI

            “Alone”
            By Edgar Allan Poe

            From childhood’s hour I have not been
            As others were—I have not seen
            As others saw—I could not bring
            My passions from a common spring—
            From the same source I have not taken
            My sorrow—I could not awaken
            My heart to joy at the same tone—
            And all I lov’d—I lov’d alone—
            Then—in my childhood—in the dawn
            Of a most stormy life—was drawn
            From ev’ry depth of good and ill
            The mystery which binds me still—
            From the torrent, or the fountain—
            From the red cliff of the mountain—
            From the sun that ’round me roll’d
            In its autumn tint of gold—
            From the lightning in the sky
            As it pass’d me flying by—
            From the thunder, and the storm—
            And the cloud that took the form
            (When the rest of Heaven was blue)
            Of a demon in my view—

          5. Mil perdões pelo tabletês. Está claro que era suposto ter escrito emborco…
            Gostei do link, obrigada, mas o poema é mais retorcido se falado na voz que lhe imagino, ao EAP, que segundo reza lenda também era emborcador .

          6. LOL. Não é mais “que nem um texugo”…? Os chibos são assim a dar pró Syd Vicious.

          7. Prefiro chibo, a texugo. Melhor, só se for boi. Quanto maior a armação, melhor a marrada…LOL

          8. Penso que, na Assembleia, será mais uma questão de cabras e …

  4. Nunca concordei com a atitude de Jorge Coelho, demitir-se foi o mais fácil. O correcto teria sido ficar e investigar a responsabilidade dos ministros cavaquistas que o precederam e nunca se preocuparam com a conservação da ponte

    1. Claro, ele foi para férias e os outros que se amanhassem. Um não estar para se chatear muito elogiado como se fora um acto heróico!!

  5. Caro Pedro Correia. Desculpe a ironia, mas quase que me fez lembrar uma velha máxima de certos setores: um comunista bom é um comunista morto. Adaptado: um ministro socialista bom é um ministro socialista demitido. Um abraço

    1. Os ministros socialistas que têm dignidade, perante uma situação desta gravidade, demitem-se. Foi o caso de Jorge Coelho e, antes dele, de Walter Rosa. Já os outros continuam alegremente nos seus cargos a ver em que é que param as modas. São com certeza muito piores ministros.

    2. Muito me conta, meu caro Francisco Seixas da Costa: não fazia a menor ideia que Azeredo Lopes era “socialista”.
      Quanto a Jorge Coelho, como bem sabemos, permanece politicamente muito mais vivo do que a ainda ministra da Administração Interna e o ainda ministro da Defesa juntos.
      Um abraço.

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