Quanto mais o tempo passa, mais admiro Jorge Coelho.
30 comentários em “Jorge Coelho”
Peço desculpa mas acabei por encalhar em António Costa. Não deixa de ser curioso, falar-se tanto na saída de homens de mão que arrebanhou. E não se vê praticamente ninguém a defender que ele deveria ser o primeiro a abandonar. Porque foi este pato bravo que arquitetou e construir um edifício à margem de normativo respeitável, sem fundações estáveis, sem exposição á luz do dia e sem licença de condomínio carimbada antes da ocupação selvagem. Tal era a gana que em toda a artimanha nem sequer olhou ao sempre avisado coeficiente de cagaço.
Nestes tempos em que o verbo “assumir” e a sua conjugação reflexa são sinónimo de integridade ( pessoal, moral, política, sexual…), recuamos 16 anos no tempo e vemos que em 2001 a ética não era o valor tão menosprezado que é hoje. Concordo consigo Pedro. Assumir responsabilidades não é para todos ( neste particular responsabilidade política ), e a respeitabilidade um tanto ou quanto anémica até então, saiu reforçada e é um exemplo.
O homem da Mota-Engil, que enquanto Ministro das Obras Públicas adjudicou a essa empresa a construção de duas Auto-Estradas, e a prorrogação da concessão, ao mesmo grupo, do Terminal dos Contentores de Alcântara (Liscont) investigada pelo DIAP e criticada pelo Tribunal de Contas.
Cada vez percebo menos deste encómios.
Quem eu admiro é um grupo de cidadãos que durante a noite, na minha rua, distribuem refeições quentes pelos sem abrigo
Quando olho e ouço Jorge Coelho vejo apenas um Jorge Coelho. Verei dois, acredito, se tiver emborcado para lá da medida certa. Mas nunca tal me aconteceu, essa, de ver a dobrar.
Nem pense. Agora só bebo 150 ml da boa vinhaça. Andava gordo que nem um chibo.
Não gosta de beber daqueles baldes de ‘gin’ que agora estão tão na moda?
Pedro, embora Vlad, sou do povo e antes aguardente, a gin…e o que é isso de balde de gin? Alguma mariquice! !!??…quanto a modas a minha é querer, um obrigar-me, a ficar fora de moda….olho o vizinho e vejo-o ir por ali. Então vou pelo outro lado. Vão pela esquerda? Escolho a direita….sempre achei que a verdade, o acertado, se acha onde está menos gente. Onde menos gente quer estar. E assim os peúgos (menos na moda que as peúgas e menos ainda que as meias) que calço são orgulhosamente brancos…
Ah, muito bem. Desconhecia isso. Deve ter sido nesse preciso instante que ele decidiu trocar o nome próprio, José Maria dos Reis Pereira, por Régio, pseudónimo literário.
From childhood’s hour I have not been As others were—I have not seen As others saw—I could not bring My passions from a common spring— From the same source I have not taken My sorrow—I could not awaken My heart to joy at the same tone— And all I lov’d—I lov’d alone— Then—in my childhood—in the dawn Of a most stormy life—was drawn From ev’ry depth of good and ill The mystery which binds me still— From the torrent, or the fountain— From the red cliff of the mountain— From the sun that ’round me roll’d In its autumn tint of gold— From the lightning in the sky As it pass’d me flying by— From the thunder, and the storm— And the cloud that took the form (When the rest of Heaven was blue) Of a demon in my view—
Este é um dos meus. Gosto muito de EAP, mesmk quando não embarco nada.
Está a ver Doce, perdão, Dulce…só pontos de contacto!!
Mil perdões pelo tabletês. Está claro que era suposto ter escrito emborco… Gostei do link, obrigada, mas o poema é mais retorcido se falado na voz que lhe imagino, ao EAP, que segundo reza lenda também era emborcador .
Há gralhas muito curiosas, Dulce. A diferença entre embarcar e emborcar é mínima. (gosto do neologismo tabletês…)
LOL. Não é mais “que nem um texugo”…? Os chibos são assim a dar pró Syd Vicious.
Prefiro chibo, a texugo. Melhor, só se for boi. Quanto maior a armação, melhor a marrada…LOL
Chibo, pelo menos, pode dar uma boa chanfana. Não consta que o texugo tenha idêntico atributo.
Estamos aqui estamos a falar da Assembleia..
A propósito de chibos ou de texugos?
Penso que, na Assembleia, será mais uma questão de cabras e …
Nunca concordei com a atitude de Jorge Coelho, demitir-se foi o mais fácil. O correcto teria sido ficar e investigar a responsabilidade dos ministros cavaquistas que o precederam e nunca se preocuparam com a conservação da ponte
Caro Pedro Correia. Desculpe a ironia, mas quase que me fez lembrar uma velha máxima de certos setores: um comunista bom é um comunista morto. Adaptado: um ministro socialista bom é um ministro socialista demitido. Um abraço
Os ministros socialistas que têm dignidade, perante uma situação desta gravidade, demitem-se. Foi o caso de Jorge Coelho e, antes dele, de Walter Rosa. Já os outros continuam alegremente nos seus cargos a ver em que é que param as modas. São com certeza muito piores ministros.
Muito me conta, meu caro Francisco Seixas da Costa: não fazia a menor ideia que Azeredo Lopes era “socialista”. Quanto a Jorge Coelho, como bem sabemos, permanece politicamente muito mais vivo do que a ainda ministra da Administração Interna e o ainda ministro da Defesa juntos. Um abraço.
Peço desculpa mas acabei por encalhar em António Costa.
Não deixa de ser curioso, falar-se tanto na saída de homens de mão que arrebanhou.
E não se vê praticamente ninguém a defender que ele deveria ser o primeiro a abandonar.
Porque foi este pato bravo que arquitetou e construir um edifício à margem de normativo respeitável, sem fundações estáveis, sem exposição á luz do dia e sem licença de condomínio carimbada antes da ocupação selvagem.
Tal era a gana que em toda a artimanha nem sequer olhou ao sempre avisado coeficiente de cagaço.
Nestes tempos em que o verbo “assumir” e a sua conjugação reflexa são sinónimo de integridade ( pessoal, moral, política, sexual…), recuamos 16 anos no tempo e vemos que em 2001 a ética não era o valor tão menosprezado que é hoje.
Concordo consigo Pedro. Assumir responsabilidades não é para todos ( neste particular responsabilidade política ), e a respeitabilidade um tanto ou quanto anémica até então, saiu reforçada e é um exemplo.
A “responsabilidade política” anda pelas ruas da amargura, Dulce.
O homem da Mota-Engil, que enquanto Ministro das Obras Públicas adjudicou a essa empresa a construção de duas Auto-Estradas, e a prorrogação da concessão, ao mesmo grupo, do Terminal dos Contentores de Alcântara (Liscont) investigada pelo DIAP e criticada pelo Tribunal de Contas.
Cada vez percebo menos deste encómios.
Quem eu admiro é um grupo de cidadãos que durante a noite, na minha rua, distribuem refeições quentes pelos sem abrigo
Está em causa o Jorge Coelho titular de funções públicas e não Jorge Coelho na sua esfera privada.
Como é óbvio.
Quando olho e ouço Jorge Coelho vejo apenas um Jorge Coelho. Verei dois, acredito, se tiver emborcado para lá da medida certa. Mas nunca tal me aconteceu, essa, de ver a dobrar.
Ainda é cedo. Espere pelo cair da tarde.
Nem pense. Agora só bebo 150 ml da boa vinhaça. Andava gordo que nem um chibo.
Não gosta de beber daqueles baldes de ‘gin’ que agora estão tão na moda?
Pedro, embora Vlad, sou do povo e antes aguardente, a gin…e o que é isso de balde de gin? Alguma mariquice! !!??…quanto a modas a minha é querer, um obrigar-me, a ficar fora de moda….olho o vizinho e vejo-o ir por ali. Então vou pelo outro lado. Vão pela esquerda? Escolho a direita….sempre achei que a verdade, o acertado, se acha onde está menos gente. Onde menos gente quer estar. E assim os peúgos (menos na moda que as peúgas e menos ainda que as meias) que calço são orgulhosamente brancos…
Já vi que leu o ‘Cântigo Negro’, do Régio.
Não! O Régio é que me viu a mim
u2o
https://www.youtube.com/watch?v=qKyWRJZn
Ah, muito bem. Desconhecia isso.
Deve ter sido nesse preciso instante que ele decidiu trocar o nome próprio, José Maria dos Reis Pereira, por Régio, pseudónimo literário.
https://www.youtube.com/watch?v=3BK802pQ bkI
“Alone”
By Edgar Allan Poe
From childhood’s hour I have not been
As others were—I have not seen
As others saw—I could not bring
My passions from a common spring—
From the same source I have not taken
My sorrow—I could not awaken
My heart to joy at the same tone—
And all I lov’d—I lov’d alone—
Then—in my childhood—in the dawn
Of a most stormy life—was drawn
From ev’ry depth of good and ill
The mystery which binds me still—
From the torrent, or the fountain—
From the red cliff of the mountain—
From the sun that ’round me roll’d
In its autumn tint of gold—
From the lightning in the sky
As it pass’d me flying by—
From the thunder, and the storm—
And the cloud that took the form
(When the rest of Heaven was blue)
Of a demon in my view—
Este é um dos meus.
Gosto muito de EAP, mesmk quando não embarco nada.
Está a ver Doce, perdão, Dulce…só pontos de contacto!!
https://www.youtube.com/watch?v=7K9cEFL9 vPM
Mil perdões pelo tabletês. Está claro que era suposto ter escrito emborco…
Gostei do link, obrigada, mas o poema é mais retorcido se falado na voz que lhe imagino, ao EAP, que segundo reza lenda também era emborcador .
Há gralhas muito curiosas, Dulce. A diferença entre embarcar e emborcar é mínima.
(gosto do neologismo tabletês…)
LOL. Não é mais “que nem um texugo”…? Os chibos são assim a dar pró Syd Vicious.
Prefiro chibo, a texugo. Melhor, só se for boi. Quanto maior a armação, melhor a marrada…LOL
Chibo, pelo menos, pode dar uma boa chanfana. Não consta que o texugo tenha idêntico atributo.
Estamos aqui estamos a falar da Assembleia..
A propósito de chibos ou de texugos?
Penso que, na Assembleia, será mais uma questão de cabras e …
Nunca concordei com a atitude de Jorge Coelho, demitir-se foi o mais fácil. O correcto teria sido ficar e investigar a responsabilidade dos ministros cavaquistas que o precederam e nunca se preocuparam com a conservação da ponte
Claro, ele foi para férias e os outros que se amanhassem. Um não estar para se chatear muito elogiado como se fora um acto heróico!!
Confusão sua. Quem foi para férias foi António Costa, não Jorge Coelho.
Caro Pedro Correia. Desculpe a ironia, mas quase que me fez lembrar uma velha máxima de certos setores: um comunista bom é um comunista morto. Adaptado: um ministro socialista bom é um ministro socialista demitido. Um abraço
Os ministros socialistas que têm dignidade, perante uma situação desta gravidade, demitem-se. Foi o caso de Jorge Coelho e, antes dele, de Walter Rosa. Já os outros continuam alegremente nos seus cargos a ver em que é que param as modas. São com certeza muito piores ministros.
Muito me conta, meu caro Francisco Seixas da Costa: não fazia a menor ideia que Azeredo Lopes era “socialista”.
Quanto a Jorge Coelho, como bem sabemos, permanece politicamente muito mais vivo do que a ainda ministra da Administração Interna e o ainda ministro da Defesa juntos.
Um abraço.