Vejo-o todos os dias, João, este é meu e está no meu jardim. Tem dado bolinhas vermelhas quase o ano todo e também tem sido vítima da minha mania de fotografar.
Está a brincar comigo? Pois garanto-lhe que ouço muito melhor com óculos…
:)))
Ah, dizem que o azevinho vai muito bem entre uma hidrângea e uma hortênsia. Dizem, que eu numsei ao certo.
:))))))
Ah! Uma flor com óculos!
Boa imagem: uma flor com óculos. Se aceitar a sugestão depois conte-me o efeito. Ou me engano muito ou o jardim valoriza. eh eh eh :))
Desculpem-me intrometer-me mas sendo eu míope, se não tiver óculos ouço muito mal, por isso Maria do Sol compreeendo-a muitíssimo bem
Claro Leonor. Ainda bem que me compreende :))))))
És míope?
Eheheh Sou um bocadinho míope, tenho um niquinho de astigmatismo, mais um desvio qualquer no eixo não sei quantos e, de há uns tempos a esta parte, deixei de ter braços suficientemente compridos para poder ler ao perto…
:))))))))))
Nem me fale nisso, ando em negação e ainda acho que consigo ver bem ao perto 🙁
É porque ainda vê bem Leonor, caso contrário, a negação limita tanto que acaba rapidamente.
:)))
Eu já me rendi. Abençoados chineses, todas as semanas compro uns óculos porque passo a vida a perdê-los…
Eu, Pedro? Uso lentes de contacto ou óculos (só em casa praticamente) para não me perder na imensidão do mundo.
É que eu sempre tive um fraquinho por míopes…
A sério? 😉
É verdade, sempre fui assim.
Realmente é digno de se fotografar! Também gosto muito de azevinho e o que tem no quintal, é particularmente bonito, quase me parecia artificial, que é uma coisa aborrecida de se dizer, pois cada vez que achamos alguma planta excepcionalmente bonita, lá dizemos nós – parece artificial! Comentário esse que parece o mais anti-natura possível, pois quando uma planta nos parece “artificial”, queremos dizer, que o que realmente nos parece, é plástico! Não é o caso de todo, a foto é lindíssima e o azevinho também!
Se calhar também não sou muito católica, se calhar também me “assaltam” inúmeras dúvidas… contudo, há 15 anos que deixei de gostar do Natal. Para além da imensa saudade que tenho do meu pai, agravada sempre no Natal, odeio os “sms” pré-preparados, a hipocrisia de dar presentes a quem não queremos, e, não apenas a quem queremos; o frenesim desenfreado da correria louca pelas compras, os empurrões, os encontrões, as buzinadelas, mas afinal onde está o dito espírito de Natal?! Enfim, a tradição foi-se e o espírito de Natal também. Resta-nos, a pessoas como eu, vivê-lo junto com a família, tentando manter ainda a “velha” tradição – poucos mas juntos, na noite mais longa do ano.
O seu último parágrafo diz tudo, passar o Natal com os que mais gostamos e em harmonia é mesmo o mais importante. O problema é atravessar a azáfama até lá 🙂
A foto está muito bem….E, embora já tenha dito, não será demais repetir que, assim ao natural gosto muito do azevinho…
Também gosto muito de azevinho, Maria
Lindo. É pena estar em risco e não se lhe pôr os olhos em cima.
Vejo-o todos os dias, João, este é meu e está no meu jardim. Tem dado bolinhas vermelhas quase o ano todo e também tem sido vítima da minha mania de fotografar.
Quase fico com inveja. Mas é bom saber que tem em sua casa.
Ouvi dizer que azevinho e hidrângea (hortênsia) podem combinar bem. Terei ouvido mal?
:)))))))))))
Depende. Ouviu com óculos?
Está a brincar comigo? Pois garanto-lhe que ouço muito melhor com óculos…
:)))
Ah, dizem que o azevinho vai muito bem entre uma hidrângea e uma hortênsia. Dizem, que eu numsei ao certo.
:))))))
Ah! Uma flor com óculos!
Boa imagem: uma flor com óculos. Se aceitar a sugestão depois conte-me o efeito. Ou me engano muito ou o jardim valoriza.
eh eh eh
:))
Desculpem-me intrometer-me mas sendo eu míope, se não tiver óculos ouço muito mal, por isso Maria do Sol compreeendo-a muitíssimo bem
Claro Leonor. Ainda bem que me compreende :))))))
És míope?
Eheheh Sou um bocadinho míope, tenho um niquinho de astigmatismo, mais um desvio qualquer no eixo não sei quantos e, de há uns tempos a esta parte, deixei de ter braços suficientemente compridos para poder ler ao perto…
:))))))))))
Nem me fale nisso, ando em negação e ainda acho que consigo ver bem ao perto 🙁
É porque ainda vê bem Leonor, caso contrário, a negação limita tanto que acaba rapidamente.
:)))
Eu já me rendi. Abençoados chineses, todas as semanas compro uns óculos porque passo a vida a perdê-los…
Eu, Pedro? Uso lentes de contacto ou óculos (só em casa praticamente) para não me perder na imensidão do mundo.
É que eu sempre tive um fraquinho por míopes…
A sério? 😉
É verdade, sempre fui assim.
Realmente é digno de se fotografar! Também gosto muito de azevinho e o que tem no quintal, é particularmente bonito, quase me parecia artificial, que é uma coisa aborrecida de se dizer, pois cada vez que achamos alguma planta excepcionalmente bonita, lá dizemos nós – parece artificial! Comentário esse que parece o mais anti-natura possível, pois quando uma planta nos parece “artificial”, queremos dizer, que o que realmente nos parece, é plástico!
Não é o caso de todo, a foto é lindíssima e o azevinho também!
Realmente é curioso usarmos sempre essa imagem, mas é um facto. Obrigada
Jingle Bells 1 não é o de baixo ?
Não, o de baixo é apenas a introdução. Além de cusco é atento 🙂
Gosto da fotografia do azevinho. Isto começa muito bem!
:))))
Se calhar também não sou muito católica, se calhar também me “assaltam” inúmeras dúvidas… contudo, há 15 anos que deixei de gostar do Natal.
Para além da imensa saudade que tenho do meu pai, agravada sempre no Natal, odeio os “sms” pré-preparados, a hipocrisia de dar presentes a quem não queremos, e, não apenas a quem queremos; o frenesim desenfreado da correria louca pelas compras, os empurrões, os encontrões, as buzinadelas, mas afinal onde está o dito espírito de Natal?! Enfim, a tradição foi-se e o espírito de Natal também.
Resta-nos, a pessoas como eu, vivê-lo junto com a família, tentando manter ainda a “velha” tradição – poucos mas juntos, na noite mais longa do ano.
O seu último parágrafo diz tudo, passar o Natal com os que mais gostamos e em harmonia é mesmo o mais importante. O problema é atravessar a azáfama até lá 🙂
Cheira-me que tenho passado muitos Natais com a comentadora D.A.I, Leonor…
Este blogue é um mundo, João.
Linda, a fotografia.