Foi-se embora com a mesma discrição e com a mesma elegância com que soube viver, tirando partido daquilo que as pessoas têm de melhor: a autenticidade. Com Ferré, Trenet, Aznavour, Bécaud, Gainsbourg ou o adoptado Brel, ajudou a desmistificar a canção francesa, trazendo até todos nós a poesia dos seus maiores nomes. Quando chegou a sua hora recolheu-se aos contrafortes da montanha que tão bem cantou e encantou gerações de homens e mulheres, que não militando nas mesmas águas sempre compreenderam e prezaram as suas escolhas. À sua maneira, a liberdade como opção de vida foi a escolha que fez. Também foi, é e será sempre a nossa.
Jean Ferrat
Sérgio de Almeida Correia,

Excelente e oportuníssima homenagem.
Muito bem, Sérgio.
Pourtant , que la montagne est belle …
Muito bem Sérgio, discrição e elegância. Um senhor.
Obrigada por este post 🙂
É também a minha escolha.
Vou roubar-lhe o vídeo.
A arte transcende sempre as militâncias e as ideologias, é isso que ela tem de extraordinário. Esta foi uma época de excelência artística nas canções (letras, músicas e intérpretes), com a língua francesa a liderar. Bela homenagem a Jean Ferrat.