Já li o livro e vamos todos assistir ao filme


Rui Rocha,

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0 comentários em “Já li o livro e vamos todos assistir ao filme”

  1. Vamos todos assistir ao mesmo filme e, como de costume, os bilhete só serão pagos à saída…

    Não sei é se, antes de acabamos de ver este, ainda começa um “novo filme europeu ou a nível mundial”… cuja estreia, possa estar prevista para, depois das eleições americanas de 8 de Novembro…
    Explicaria aquele comentário, diante de uma multidão de fiéis, onde o Papa Francisco alertou no Natal passado que “poderia ser o último Natal da humanidade”… ora, com tantas visitas, por tantos continentes, presumo que não estivesse só com intensão de espalhar boatos… deve estar bem informado e, quem andar atento ao que se está a passar nos EUA, na Europa e no Médio Oriente, onde nem sequer, sunitas e xiitas se entendem e, optam por se matar uns aos outros, no fundo, até suspeitamos que algo pode vir a correr muito mal e, olhando para os Bancos Centrais, “as bolhas” de Wall Street e tantos políticos psicopatas… se não acontecer nada… será por mero acaso.

    Felizmente, aqui na parvónia (como diz o Luís Naves e que concordo plenamente), desde que os noticiários continuem bem recheados de futebol, não faltem… as entrevistas a treinadores e jogadores, horas de explicação sobre jogos vistos ou que ainda não se realizaram, novelas, os programas matinais com conversas de chacha, os grandes descontos e promoções nos hipermercados e, acima de tudo que o Costa não pare com a distribuição dos tremoços, amendoins, feriados e, quem sabe, comece a entregar diplomas, juntamente com a certidão de nascimento, a malta fica feliz e, se calhar, vai ser desta que, a classe trabalhadora, vai conseguir deixar de ser explorada… banqueiros e políticos, a nível mundial, estão a trabalhar para isso… ainda vão conseguir acabar… com os empregos todos e, quem sabe, assim, salvar o planeta, reduzindo a população mundial para resolver os problemas climáticos porque isto de nós respirarmos, produz demasiado CO2…

    1. Cara Isa:
      Eu acho os seus comentários interessantíssimos mas são muito longos. Não poderia acrescentar no fim de cada comentário um breve resumo?
      Agradecia.

      1. Se for preguiça ou a leitura canse, eu até agradeço que não os leia…
        Só não entendo o seu desperdício de mais de 100 caracteres a pedir resumos… se calhar… a questão nem será, o serem longos, talvez… a culpa seja de algum “amendoim” que, no meu comentário, lhe custou a “engolir”

      1. O último conflito rebentou Arábia Saudita/ Irão mas, até entre refugiados, eles fazem distinção entre uns e outros portanto, quando queremos que os migrantes se integrem na sociedade europeia, esquecemos que nem todos são refugiados, nem todos são cristãos e, no islão, ainda há conflitos por causa da linha de sucessão de Maomé… não sou perita mas, se ainda não resolveram um assunto tão antigo, querermos que se integrem numa cultura que, não tem nada a ver com uns, nem com outros, para mim, já será um pequeno aviso de que não são muito propensos a integrações onde tenham de aceitar regras opostas ou diferentes, a princípios seculares imutáveis… neste último caso, para se vingarem, passaram, facilmente, a bombistas suicidas… francamente, nem percebi a sua dúvida, especialmente, com este acontecimento em que a Arábia Saudita (sunitas) mataram um imã iraniano (xiitas) e, o resultado viu-se. Claro que também podemos encontrar xiitas no Iraque, Síria, Líbano, Índia, Paquistão…
        Para mim, considero certas religiões muito propensas a, facilmente, poderem servir de rastilho para grandes conflitos e, quando gostam de se fazer explodir, digamos que os europeus estão mais habituados aos conflitos verbais que, de certeza, só podem provocar explosões… de raiva (mais saudáveis para o meio ambiente)

        Este meu comentário, é apenas uma opinião baseada no pouco que sei, no entanto, considero muito perigoso, os europeus pensarem que os migrantes vêm todos com vontade de mudar e de se adaptar, coisa que só poderia resultar se, fossem possíveis cedências de ambos os lados e, aqui… já há uns “animais europeus” a culparem as vítimas de violação na Alemanha, sobre o vestuário e a inventar regras a adotar para evitarem serem violadas… mas, isto… já será entrar noutro assunto…

    2. Gosto de a ler Isa, é desconcertante como em tão poucas linhas faz um retrato tão lúcido da situação.
      Haja Fé…

  2. O Rui Rocha parte a intermet toda … do melhor mesmo.

    P.S. – O caminho seguido pelo defunto Paf levar-nos-ia ao mesmo resultado mas isso é uma conclusão muito á frente para a maioria (da minoria) das pessoas independentes.

    1. Quanto à Fé que mencionou no seu comentário anterior, confesso que eu já não tenho nenhuma e, sobre muitos assuntos. Neste contexto, poderá surgir a pergunta, então porque será que perco o meu, precioso, tempo com comentários?
      Ao longo da História, tudo já foi falado e escrito e, neste caso, mesmo que eu não consiga mudar nada, por vezes, tenho mesmo que escrever porque, como dizia Gandhi:
      “If you´re right and you know it, speak your mind. Speak your mind, even if you are a minory of one, the truth is still the truth” e qual a importância disto?
      Bastará outra citação, cuja origem, pode ser atribuída a várias pessoas e, com várias nuances, seja por John F. Kennedy ao dizer que repetia o filósofo Edmund Burke mas que, no presente, continua a ser uma boa referência, para nos servir de guia:
      “The only thing necessary for the triumph of evil is that good men do nothing.”

      Quanto à PAF poder levar-nos ao mesmo resultado, concordo, no entanto, a escolha, possível, estará na sua resposta, a opção do mal menor para as pessoas independentes que, neste momento, até sentem, o quanto estão aprisionadas, dentro deste Sistema, todo ele contra o indivíduo, os empreendedores e, no caminho, de criar uma massa amorfa de dependentes, a melhor maneira para a criação de um Estado Totalitário todo poderoso, cujos extremos serão sempre maus.
      Neste blogue, por várias vezes dei a referência, de quem consegue explicar muito bem esse assunto:
      YouTube:
      https://www.youtube.com/watch?v=005cahIsSXE
      G. Edward Griffin: How Socialism, Communism, Fascism are All the Same

      No entanto, do mesmo autor, há outro vídeo importante, apesar de ser antigo, falar especialmente sobre os EUA e, pelo meio, fazer uma breve referência à Europa mas, o problema que hoje enfrentamos, é o mesmo. No fundo, quando ele fala do poder concentrado, hoje a Europa, está a passar pelo mesmo e, posteriormente, as Nações Unidas serão o “último prego no caixão” da liberdade individual e uma espécie de 1984 de George Orwell que também sabia muito bem do que estava a falar mas, isso… seria outro assunto ;)…às vezes tenho de saber parar, algo muito difícil, quando está tudo interligado.

      YouTube:
      https://www.youtube.com/watch?v=TZAu9oUTcyE
      The Collectivist Conspiracy – G. Edward Griffin

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