Oh amigo, que angústia! Que sensação de vazio!
Não tenha dúvidas. A falta que me faz passear por este bairro e não ver os maravilhosos desenhos de lagartos e beduínos que se encontram na Avenida Fontes Pereira de Melo. Não quererá a Câmara contratar à custa do erário público uns grafiteiros para aqui?

Hehe, proponho uma trégua no nosso duelo. Tenho de ir fazer o jantar.
Combinado. Também tenho que ir dar aulas.
AHAHAHAHAHAAHAH!
Depois fica-se triste, por nos lembrarmos do estado de ruína em que está Lisboa, mas ri-me com gosto.
Olha que lindos meninos. E logo agora, que eu estava a gostar tanto do duelo!
Acho que a Ana e todos nós 😉
e imagine-se que há cidades que têm como principal atracção as pinturas nos prédios, como é o caso de Lyon (onde é que isso fica? ah, já sei: é onde joga o lisandro lópez).
mas, valha a verdade, são pinturas decentes, tão naturais e serenas que qualquer alma cristã as pode elevar à categoria de arte (de calendário).
http://www.digitaljournal.com/article/27 0553
Moro na rua onde se situa o prédio em ruínas que tem um ladrão gigante desenhado. Eu acho este tipo de arte urbana bastante bonita. E não é possível confundir este tipo de arte autorizada com o vandalismo com que nos deparamos diariamente (nomeadamente as idiotas ‘tags’).
Se preferia que no lugar desse graffiti estivesse um prédio decente onde pudesse habitar gente? Certamente que sim. Mas aquele graffiti conseguiu transformar mais um dos prédios abandonados desta cidade num ponto de interesse. Pelas ruas de Bruxelas existem bastantes prédios com banda desenhada pintada e eu acho lindíssimo. 🙂