Não me apetece.
Não te apetece o quê?
Fazer isto.
Isto o quê?
Isto.
Não faças. És obrigado?
Não me parece.
Então não o faças.
Sinto que devo fazê-lo.
Ninguém tem de o fazer.
Desisto, então?
Se te apetecer.
Também não me apetece.
Então faz.
É o que estou a tentar.
Já agora: falas com quem?
Contigo. Comigo. Não sei.
Ficou bem assim?
Não me parece.

Mas afinal… fizeram, ou cuspiram?
Nem uma coisa nem outra; só conversaram sobre o assunto durante horas… e depois foram dormir.
Hmmm…
Quer-se dizer: o pai-natal foi com o coelhinho ao circo…
tá bem, abelha…
Como eu te compreendo, Jaa. Beijo
Yep, estava à espera disso. Beijo.
Assim como assim, está feito.
Errar melhor, remember? 🙂
Ana: sempre achei que errar melhor é acertar sem ganhar nada com isso; às vezes até perdendo… 🙂
Não está mal visto, realmente. Afinar o erro pode ser só uma questão de perfeccionismo, afinal de contas… 🙂