Os fumadores compulsivos de cigarros electrónicos têm um problema de tabagismo ou de dependência digital?
6 comentários em “Inquietações”
Fumadora desde a juventude, parei de vez há 4 anos e 12 quilos. Um belo dia resolvi experimentar o cigarro electrónico, como qualquer apreciador dum bom vinho , por exemplo, para dar o meu parecer. Que raio é aquilo? Fumar “vapores” ? Então e mastigar uma pen USB fará o mesmo efeito do que as célebres pastilhas ??
Ainda tomo como um insulto pessoal os sms nos maços de tabaco (que vou morrer, que os homens ficam com o esperma fraquinho, que prejudico gravemente a minha saúde e a dos que me rodeiam, que o meu médico ou o meu farmacêutico podem ajudar-me a deixar de fumar, etc.).
Qualquer puto sabe, hoje, como se fazem bebés, pelo que Paris podia bem desaparecer deste mapa de terror infligido aos fumadores, mas principalmente por este Ministério da Saúde querer mesmo é que eu vá morrer longe (ainda se Paris existisse mesmo 🙂 ) e que o Estado ganha mais comigo fumando, aqui e agora, não tendo sequer onde cair morta.
“Viver, mata!” A conclusão vem de um relatório ultra-secreto, guardado pela Org. Mundial de Sáude(*), procurando estabelecer um nexo para causas de morte.
Ora, o que se quer esconder é que 100% das pessoas estava viva antes de morrer. – Sim, são números esmagadores. Outros números que assustam nessas estatísticas de causas de morte: – 99% respirava antes de morrer e tinha o coração a funcionar. – 99% vivia abaixo dos 6000 m e acima do nível do mar.
Foi mais ou menos assim que se provou a correlação entre tabaco e morte.
Por exemplo, se até parece haver correlação no caso dos homens, no caso das mulheres é oposto: http://yearwithoutbeer.com/wp-content/uploads/2012/08/smoking-stats.jpg
Convém notar que para a correlação foi crucial alargar-se a noção de fumador, aos passivos, ou quase aos que tinham cheirado fumo no vizinho… isso para termos até 70% de homens e 40% de mulheres fumadoras no pós-guerra.
Vendo a curva feminina, a correlação não tem nenhum valor científico. Isto é: – é óbvio que fumar demasiado faz mal ao ponto de matar e provocar cancro. – mas fumar está longe de ser a única causa, e os dados apontam até para que nem seja a principal.
Fumadora desde a juventude, parei de vez há 4 anos e 12 quilos. Um belo dia resolvi experimentar o cigarro electrónico, como qualquer apreciador dum bom vinho , por exemplo, para dar o meu parecer.
Que raio é aquilo? Fumar “vapores” ? Então e mastigar uma pen USB fará o mesmo efeito do que as célebres pastilhas ??
E será que não correm o risco de se porem a chupar no Cartão MB?
Postos a pensar, estar vivos é um risco enorme.
Ainda tomo como um insulto pessoal os sms nos maços de tabaco (que vou morrer, que os homens ficam com o esperma fraquinho, que prejudico gravemente a minha saúde e a dos que me rodeiam, que o meu médico ou o meu farmacêutico podem ajudar-me a deixar de fumar, etc.).
Qualquer puto sabe, hoje, como se fazem bebés, pelo que Paris podia bem desaparecer deste mapa de terror infligido aos fumadores, mas principalmente por este Ministério da Saúde querer mesmo é que eu vá morrer longe (ainda se Paris existisse mesmo 🙂 ) e que o Estado ganha mais comigo fumando, aqui e agora, não tendo sequer onde cair morta.
“Viver, mata!”
A conclusão vem de um relatório ultra-secreto, guardado pela Org. Mundial de Sáude(*), procurando estabelecer um nexo para causas de morte.
Ora, o que se quer esconder é que 100% das pessoas estava viva antes de morrer.
– Sim, são números esmagadores.
Outros números que assustam nessas estatísticas de causas de morte:
– 99% respirava antes de morrer e tinha o coração a funcionar.
– 99% vivia abaixo dos 6000 m e acima do nível do mar.
Foi mais ou menos assim que se provou a correlação entre tabaco e morte.
Por exemplo, se até parece haver correlação no caso dos homens, no caso das mulheres é oposto: loads/2012/08/smoking-stats.jpg
http://yearwithoutbeer.com/wp-content/up
… gráfico tirado de um site não-tabagista: lain-cigarette-packets-approved-australi a/
http://yearwithoutbeer.com/2012/smoking-p
Convém notar que para a correlação foi crucial alargar-se a noção de fumador, aos passivos, ou quase aos que tinham cheirado fumo no vizinho… isso para termos até 70% de homens e 40% de mulheres fumadoras no pós-guerra.
Vendo a curva feminina, a correlação não tem nenhum valor científico.
Isto é:
– é óbvio que fumar demasiado faz mal ao ponto de matar e provocar cancro.
– mas fumar está longe de ser a única causa, e os dados apontam até para que nem seja a principal.