15 comentários em “Iniciativa à portuguesa”

  1. Parece uma afirmação desabrida, compadre. No entanto, há três coisas inegáveis:
    – o ACP é uma instituição de utilidade pública sem fins lucrativos;
    – as provas para campeonatos mundiais de primeiro plano (ralis e F1) são caras, mas têm sempre retorno;
    – quando há condições para que se realizem, é necessário contar com quem possa exercer influências e prestar garantias no meio internacional e é indispensável a intenção manifesta das autoridades políticas.
    Por isso é que não é o Governo a trazer para cá campeonatos de futebol. Mas é preciso que o Governo queira e que se chegue à frente com boa parte das despesas.

    1. Pedro, por mais que nos esforcemos, nunca conseguimos acabar a nossa colecção de cromos de Portugal.

        1. Pedro, sim, acho que é de avançar com os cromos.

          Já agora, outra coisa, a propósito do Carlos Barbosa… Ouvi ontem falar nele para o Sporting. Será o homem capaz de fazer de nós campeões (atrevo-me até a dizer campeões europeus) se o Estado meter o dinheiro?

    2. Compadre, não ponho minimamente a causa a instituição de utilidade pública que é o ACP. E tenho simpatia por Carlos Barbosa, com quem já tive algumas conversas bem cordiais enquanto jornalista. Mas pasmo com esta mentalidade tão portuguesa de ficarmos sempre à espera que o Estado dê o resguardo ou o tiro de partida. A iniciativa privada, entre nós, raras vezes funciona sem o chapéu estatal. Acho mal? Claro que sim. Até porque por detrás da abstracção “Estado” existe o contribuinte concreto, que financia tudo – praticamente todos nós (os que nada sabemos de ‘off shores’)
      Abraço

  2. E se o Estado me der dinheiro, eu faço a minha família, amigos, conhecidos e alguns desconhecidos, MUITO FELIZES!
    Que pérola!

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