Ia escrever um post sobre ste asunto, Pedro, mas tu já dizes tudo no título. Um exemplo brilhante do empresário português. Correr riscos? Com certeza, desde que o Estado pague! Apetecia-me mandá- los bugiar
Parece uma afirmação desabrida, compadre. No entanto, há três coisas inegáveis: – o ACP é uma instituição de utilidade pública sem fins lucrativos; – as provas para campeonatos mundiais de primeiro plano (ralis e F1) são caras, mas têm sempre retorno; – quando há condições para que se realizem, é necessário contar com quem possa exercer influências e prestar garantias no meio internacional e é indispensável a intenção manifesta das autoridades políticas. Por isso é que não é o Governo a trazer para cá campeonatos de futebol. Mas é preciso que o Governo queira e que se chegue à frente com boa parte das despesas.
Já agora, outra coisa, a propósito do Carlos Barbosa… Ouvi ontem falar nele para o Sporting. Será o homem capaz de fazer de nós campeões (atrevo-me até a dizer campeões europeus) se o Estado meter o dinheiro?
Vamos lá então avançar com os nossos Cromos de Portugal, meu caro. Você dá o pontapé de saída.
Compadre, não ponho minimamente a causa a instituição de utilidade pública que é o ACP. E tenho simpatia por Carlos Barbosa, com quem já tive algumas conversas bem cordiais enquanto jornalista. Mas pasmo com esta mentalidade tão portuguesa de ficarmos sempre à espera que o Estado dê o resguardo ou o tiro de partida. A iniciativa privada, entre nós, raras vezes funciona sem o chapéu estatal. Acho mal? Claro que sim. Até porque por detrás da abstracção “Estado” existe o contribuinte concreto, que financia tudo – praticamente todos nós (os que nada sabemos de ‘off shores’) Abraço
Ia escrever um post sobre ste asunto, Pedro, mas tu já dizes tudo no título. Um exemplo brilhante do empresário português. Correr riscos? Com certeza, desde que o Estado pague! Apetecia-me mandá- los bugiar
Empresário português, com raras e honrosas excepções, só avança com a mão do Estado. Há quem chame a isto iniciativa privada. Erradamente.
blhac!!!
O senhor Carlos Barbosa para além de ter descoberto a pólvora, vai ter se por na fila.
Parece uma afirmação desabrida, compadre. No entanto, há três coisas inegáveis:
– o ACP é uma instituição de utilidade pública sem fins lucrativos;
– as provas para campeonatos mundiais de primeiro plano (ralis e F1) são caras, mas têm sempre retorno;
– quando há condições para que se realizem, é necessário contar com quem possa exercer influências e prestar garantias no meio internacional e é indispensável a intenção manifesta das autoridades políticas.
Por isso é que não é o Governo a trazer para cá campeonatos de futebol. Mas é preciso que o Governo queira e que se chegue à frente com boa parte das despesas.
Pedro, por mais que nos esforcemos, nunca conseguimos acabar a nossa colecção de cromos de Portugal.
António, “colecção de cromos” é uma excelente ideia para lançarmos aqui, como série colectiva. Vamos a isso? Cada um vai avançando com o seu.
Uma ideia e tanto. Vamos a isso. Cromos nacionais?
Não tinha reparado: Cromos de Portugal. Certo.
Pedro, sim, acho que é de avançar com os cromos.
Já agora, outra coisa, a propósito do Carlos Barbosa… Ouvi ontem falar nele para o Sporting. Será o homem capaz de fazer de nós campeões (atrevo-me até a dizer campeões europeus) se o Estado meter o dinheiro?
Vamos lá então avançar com os nossos Cromos de Portugal, meu caro. Você dá o pontapé de saída.
Compadre, não ponho minimamente a causa a instituição de utilidade pública que é o ACP. E tenho simpatia por Carlos Barbosa, com quem já tive algumas conversas bem cordiais enquanto jornalista. Mas pasmo com esta mentalidade tão portuguesa de ficarmos sempre à espera que o Estado dê o resguardo ou o tiro de partida. A iniciativa privada, entre nós, raras vezes funciona sem o chapéu estatal. Acho mal? Claro que sim. Até porque por detrás da abstracção “Estado” existe o contribuinte concreto, que financia tudo – praticamente todos nós (os que nada sabemos de ‘off shores’)
Abraço
Sem dúvida.
Abraço, compadre.
E se o Estado me der dinheiro (uns 100 milhões), eu compro a Qimonda e deixo o ministro Pinho feliz.
E se o Estado me der dinheiro, eu faço a minha família, amigos, conhecidos e alguns desconhecidos, MUITO FELIZES!
Que pérola!