Freepór? Ah, pois, o Freepór. Não deixaria a noite chegar sem fazer um comunicado sobre o Freepór, claro. O dia tivera uma agenda apertada com o seu ponto alto em Sines, no seu seapór e no futuro Harbor Freight Transpór. Tivera de falar na alta velocidade, mas sem se referir ao novo airpór. A seguir, dispensaria o motorista para dar uma volta no seu carro de spór. Depois de jantar, iria calhar bem um cálice de Pór wine doce. Onde é que se produz? Será em Pór-au-Prince? Ou em Davenpór? Não interessava. Esperava-o uma noite bem dormida. Queria levantar-se cedo, chamar o transpór oficial e ir fazer uma corridinha junto ao cais, lá para as bandas do Taguspór. Se o dia fosse mais calmo, aproveitaria para rever aquele velho compêndio de inglês técnico.
Inglês técnico
jmmcc,

O homem esteve aqui quase, quase na minha praia? olhe que não se deu por ele, não vi ninguém sobressaltado, o dia decorreu dolente e quente sempre dentro de água que o calor apertava…
:)))
Foi por isso mesmo que não o viu: ele não vai à água, para não ir ao fundo…
O discurso (?) em Sines foi uma coisa que por aí “apanhei” e em que o senhor fala de como gosta de portos, da atmosfera dos portos ,etc, fazendo lembrar o saudoso Almirante Tomaz ?? É penoso…
Um verdadeiro homem do mar. Mas foi em Sines que fez a declaração mais importante: 03412.html
http://delitodeopiniao.blogs.sapo.pt/20
No final da década de 60, Harold Holt, primeiro-ministro da Austrália, foi nadar no mar e nunca mais ninguém o viu. Simplesmente desapareceu.
A diferença é que Holt teve uma carreira longa e digna antes do sucedido. Já Sócrates, numa praia, equivaleria a uma mancha de poluição.
Livra!
Com tantos ” pór “, qualquer dia o homem engana-se e ainda diz ” pôrrá ” enganei-me. Será difícil falar português? Não me admira que cada vez se fale pior, com tantas escolas a fecharem……minha rica 4ª classe, onde não era preciso falar ” Ingliche ” nem ” françoá ” .
Acabaram com a 4.ª classe…
Deve ser dito que “Port-au-Prince” é de origem francesa e que o “t” de “Port” na verdade fica omisso na pronúncia, como muitas outras palavras em Francês. Portanto, não faz qualquer sentido no seu texto.
Ó Asdrubal, se V. acha que «deve ser dito», fica dito por si.
Porém, acontece que o au depois de Port implica a ligação das duas palavras com a leitura do t de Port.
Portanto, não faz qualquer sentido o seu comentário.
Elementar ! Meu caro Watson. Ou Poirrot ?
Eheh…
Ai este nosso Pór…tugal!
Eheh…
Levou a mal o que escrevi, teimou e, atrevo-me a dizer-lhe, caiu no ridículo. Como não me leva a sério tive de recorrer a fontes que para si serão, assim espero, mais credíveis…
http://www.bbc.co.uk/blogs/magazinemonit or/2010/01/how_to_say_haiti_and_portaupr i.shtml
http://www.forvo.com/word/port-au-prince/
Espero que isto não o leve a pensar que não aprecio o que escreve.
Eh Eh!
Acontece que eu sou mais virado ao francês parisiense, meu caro Asdrubal. Mas ficamos quites: V. atrevido, eu teimoso. Teimoso e ridículo, não é?
Para a próxima não ocupe tanto espaço escusamente, ok? É que a gente não ganha para tanta área nas caixas de comentários.
Eheh…
Não, não é! Ter-me-ei excedido no palavreado e no tom, admito. O meu acto de contrição.
Respeitosos cumprimentos.
Um abraço, Asdrubal, e vá aparecendo.