“Sei bem que a minha magistratura de influência produziu resultados positivos”, disse ontem Cavaco Silva no Centro Cultural de Belém, em jeito de balanço do seu mandato. Com toda a razão. Se não fosse a sua “magistratura de influência” o País talvez estivesse à beira da recessão, com o maior número de sempre de desempregados, o maior buraco orçamental de que há memória, uma dívida externa astronómica, um recorde absoluto do desemprego e mais de dois milhões de pobres.
Influente magistratura
Pedro Correia,

o coitado não tem nada para mostrar, mas para nossa desgraça ainda é o melhor que temos – coitados de nós, portanto
Nem quero pensar o que teria sido de nós sem tão magnífica “magistratura de influência”.
Vejam lá se a influência não tivesse sido positiva!!
O que seria hoje de nós???
Vá lá que ainda vamos tendo magistrados produtivos. A este muito provavelmente vamos continuar a pagar a renda!
Felizmente graças ao actual PR a “boa moeda” conseguiu expulsar a “má moeda” e chegámos à maravilhosa situação em que hoje nos encontramos.
o mais giro é que ele pensa isso mesmo, sempre se teve em muito boa conta.
e é de uma honestidade a toda a prova. até devolveu os juros milionários que recebeu do BPN, para ajudar o país…
Tanto auto-elogio, tanta auto-congratulação… Mas há bons motivos para isso: sob o mandato deste venerando Chefe do Estado, em ‘união de facto’ com o Presidente do Conselho, o País melhorou imenso.
Só para dizer que o nosso amado líder está a adorar estes seus posts.
Continue, por favor.
O povo sucialista agradece, embevecido.
Parabéns pelo seu sentido de humor.
O problema principal, até nem é do senhor.
Enquanto a imprensa der crédito aos ‘pais’ da CRP que temos, nada a fazer.
Nada como dois poderes paralelos, que se estimem da forma semi-híbrida que sabemos: meio oculta, disfarçada, (ir)responsável.
Com uma geração de imaturos na direcções dos PP, incapazes de fazer o óbvio, governos de coligação, nada a fazer.
A bem do Regime.
(antigamente, a bem da Nação)
Mesmo assim há que reconhecer que o actual Presidente da República foi exímio na arte de dizer que nada podia fazer. Merece a reeleição só por isso.