Pelo visto, o Prémio Leya não foi atribuído este ano por falta de qualidade dos candidatos. É injusto. O Orçamento de Estado para 2011 de Toupeira dos Santos é uma obra de ficção notável. E qualquer semelhança com a realidade é pura coincidência.
Infelizmente, o júri não leu
Rui Rocha,

Mas é uma “obra” um bocado densa.
Por isso é não tem muitos leitores.
E ainda menos seguidores.
Pois, Pedro. E, se calhar, também tem ficção a mais. O leitor gosta sempre de um nadinha de realismo.
Pois! Pois! Os escritores de ficção estão todos no M.Finanças; como pederia haver alma vencedora?
Dizem que o ambiente no Governo estimula muito a criatividade, AS.
Eheheh. Eu votaria nesse, de caras.
E seria merecido, Pedro. O TS é muito melhor nas letras do que nos números. Espero…
O sr. ministro Teixeira está muito “para lá” de Kafka. Tão “para lá”, que faz dele um incompreendido. O que é uma injustiça!
Infelizmente, Fátima, acho que ‘está muito para cá’. Se ele fosse ‘para lá’ de kafka, folgavam as nossas costas.